Entrevista sobre Swing

21

Photo illustration by Anna Faltermeier

Bom dia Johnny, nosso Guia para Swingers foi tão bom, que agora rendeu uma entrevista, rsrs. Quem não leu o Guia, recomendo que leia antes de ler essa entrevista.

** Para quem se esqueceu dessa parte, se apresente para a gente novamente:

Sou carioca, morador do Rio de Janeiro, com 32 anos, publicitário e produtor de eventos swingers, com experiência de oito anos no meio liberal e há dois anos produzindo eventos.

** Como é que você conheceu esse mundo do Swing? Seria uma “coinscidência” ou uma aptidão?

Aptidão total! Rsrs

Na verdade, sempre fui muito taradinho, um verdadeiro capetinha… rs

Enquanto meus colegas de escola estavam começando a descobrir a Revista Playboy, eu já me entretia com revistinhas pornô.

Antes de saber que swing existia, eu já praticava o sexo liberal com festinhas em casa, sem saber as nomenclaturas pra essas sacanagens.

Oito anos atrás, pesquisando sobre essas coisas, me interessei muito por swing, resolvi conhecer uma boate e não parei mais!

** “Que tipo de gente” geralmente frequenta essas casas?

Essa pergunta é difícil de responder de forma exata.

As boates de swing têm perfis e públicos diferentes. Algumas têm um público mais misturado, tanto pela condição econômica, quanto pela faixa etária. Outras são claramente frequentadas por pessoas mais jovens, algumas por pessoas um pouco mais velhas, outras são conhecidas como “balada liberal”, pois vão muitas solteiras e solteiros e/ou casais que não necessariamente buscam sexo, apenas um ambiente mais liberal. É importante pesquisar sobre as casas e seu público, antes de decidir qual boate visitar.

O fato é que, a princípio, são pessoas que prezam pela discrição e respeito. Afinal, ninguém quer expor a intimidade sexual por aí.

** Geralmente, o meio do Swing é bastante marginalizado no sentido das pessoas acharem que se trata de um lugar cheio de tarados e de gente deprevada. O que você acha disso? 

Sinceramente? Isso não me assusta. O ser humano tem mania de criar estereótipos e fazer julgamentos das coisas sem conhecer. Eu entendo que seja muito difícil entender e aceitar isso, se não tiver a mente aberta e não curtir o sexo liberal. Apesar disso, eu posso garantir que é um ambiente com regras (ver o Guia) e que as pessoas, geralmente, respeitam isso.

** Por outro lado, hoje em dia, com tanta gente querendo ser “moderninha”, o Swing acaba parecendo algo super “cool” para aqueles que querem se sentir inovadores, e até mesmo mais ousados do que realmente são. Inclusive, geralmente essas pessoas são as que mais se arrependem depois de terem realizado alguma fantasia na casa de Swing, pois parece que elas fizeram muito mais para parecer pessoas descoladas, do que por elas mesmas. O que você acha disso?

Acho que o swing virou “moda”. Hoje vemos papo sobre swing na novela das 9, em jornais, revistas, internet, programas de TV, etc. Isso acaba atraindo curiosos, modistas, que nada têm a ver com o meio swinger. Todo mundo foi iniciante e curioso um dia, mas é importante ir pra uma boate de swing decidido a curtir o prazer, a fantasia, não pra ir com a mentalidade de “entrar na moda” ou “se dar bem comendo a mulher dos outros”. Comprometimento e respeito são fundamentais.

** Falando em gente descolada, você teria algum caso para contar de casais que foram para o Swing e que tiveram a sua vida a dois melhorada? 

Não quer dizer que seja uma regra, que seja sempre assim, mas conheço uma infinidade de casais que se tornaram muito mais cúmplices, parceiros, amigos, que ficaram muito mais unidos, depois de entrar para o swing.

** E de casais que foram e que ao contrário disso, o relacionamento se desestruturou de vez? 

Isso também pode acontecer. Com certeza a chance disso acontecer é muito maior com casais mal resolvidos, que buscam o swing pra tentar salvar o casamento, ou sem estarem totalmente seguros de que é isso que querem. Quando o casal é bem resolvido e busca o swing depois de muito diálogo, estando certo do que quer, a chance de dar errado é muito menor. Maturidade, equilíbrio, diálogo e segurança minimizam muito os riscos de dar errado.

** Falando nisso, você saberia dizer, ou pelo menos supor possíveis motivos que fazem alguns casais irem e se sentirem satisfeitos, e outros que vão e depois os problemas só aumentam ao invés de diminuir? 

Acho que tem muito a ver com questões abordadas anteriormente. Casal mal resolvido no swing é tiro no pé. Claro que sempre há algum risco de um casal super equilibrado, maduro e bem resolvido ter problemas por causa do swing, assim como pode simplesmente dar o azar de ir numa boate em um dia ruim ou de ter a primeira experiência com as pessoas erradas e ter uma impressão negativa, mas em via de regra, os problemas com swing são decorrentes de inseguranças e incertezas de casais mal resolvidos.

** Ao contrário do que muita gente pensa, alguns frequentadores afirmam que o  meio do Swing não é totalmente liberal e tem o seu lado conservador. Se você concorda, seria conservador em qual sentido?

Algo muito novo para toda a humanidade: machismo! Ráaaa…

Sim, há machismo no meio swinger. Tem os homens espertinhos que só pensam em se dar bem e esquecem a sua parceira. O meio swinger nada mais é do que um reflexo da sociedade em que vivemos. Temos um pouco de tudo. Temos gente legal, alto astral, madura, gentil, bem resolvida, amiga e também temos os malas de plantão, machistas, preconceituosos, etc.

** Como tudo na vida tem o seu lado bom e o seu lado ruim, o que você poderia dizer sobre esses respectivos lados nas casas de Swing?

Não falo exclusivamente das boates, falo do meio swinger em geral, que nada mais é do que um reflexo do mundo em que vivemos. Eventualmente se encontra gente chata, inconveniente, que não se comporta de maneira adequada, como em qualquer ambiente ou grupo social na vida. Sinceramente, prefiro me apegar às coisas boas, gostosas. A gente tem tanto stress no dia a dia, trânsito, trabalho…

Se eu for pro swing pra prestar atenção na parte ruim, eu vou pirar. É melhor não ir.

Eu penso em conhecer pessoas novas, fazer amizades, transar, realizar fantasias e, se todo mundo pensasse da mesma forma, seria fantástico!

** Algumas curiosidades para te perguntar (lá vem a sem noção haha):

Curisidade 1: Levando em consideração que a maioria das pessoas que frequentam esse ambiente não usam o nome verdadeiro, mas sim “um nome de guerra”, você já conheceu algum caso de gente que depois foi descoberta em seu verdadeiro nome e teve problemas, ou até mesmo alguém “conhecido” que tentou se esconder mas não deu? 

Xiiiii… Essa é fogo! Rsrs.

Sim, já vi esse tipo de coisa acontecer! Gente que encontra colega de trabalho, filho que encontra a mãe, vizinhos…

Tem gente que se faz de maluco, diz que estava lá levada por amigos sem saber que era casa de swing, tem gente que age naturalmente e assume que curte, tem quem dá a desculpa de que é despedida de solteiro do amigo… rsrsrs

Curiosidade 2: Você já viu algum homem/mulher brigando, ou até mesmo chorando depois de ter realizado alguma fantasia? Pergunto isso porque não é muito incomum uma pessoa ficar morrendo de tesão na hora, e depois ter uma crise de consciência. Sem contar as pessoas que foram forçadas e que depois entram em crise ou em estado de raiva mortal do parceiro rsrs… 

Normalmente esse tipo de coisa a gente fica sabendo depois que o casal se separa, aí as fofocas vêm à tona e todo mundo fica sabendo dos podres do casal.

Já presenciei brigas, esposa chorando, pequenos barracos… rsrs

Normalmente, quando acontece algo assim, que não é comum, é por ciúme.

Curiosidade 3: Muita gente reclama que as casas de Swing relativamente boas cobram praticamente o mesmo preço que uma pessoa pagaria para assistir a uma banda internacional famosa (que tem que pagar entre outras coisas o cachê e a viagem dos integrantes): por que elas são tão caras? 

É muito simples. A boate de swing te oferece uma estrutura muito mais completa do que uma boate normal. Além da pista de dança e do bar, que são o básico, ainda há dançarinas e strippers, áreas destinadas ao sexo, que sempre são estruturas que demandam alto investimento. Quartos, cabines, espelhos, decoração, iluminação especial, papel toalha e álcool gel em cada um deles.

Aí eu devolvo a pergunta:

Se um casal vai a um motel e gasta entre R$ 100,00 e R$ 200,00 pra uma suíte simples, porque diabos ele não pode pagar este valor pra ir numa boate onde ele terá DJ, dançarinos, stripers, pista de dança, bar, quartos, cabines e ainda conhecer outras pessoas com as mesmas fantasias?

** Boa saída haha. Mas geralmente, os quartos e bebidas são pagos separadamente, fora do valor da entrada, ou não?

Depende. Há boates que revertem o valor pago de entrada em consumo no bar, outras não. Algumas fazem horários promocionais do tipo: até 23h entrada revertida em consumo. Sobre os quartos, há casas onde todos os ambientes são liberados, grátis, em outras boates há muitos ambientes totalmente liberados, e alguns outros onde se tem a opção de pagar pra ficar em um quarto maior e mais confortável.

** Mas isso de ter quarto free não acaba deixando o lugar meio “sujo para os próximos”, não? Sei lá, chega um casal para usar o quarto que os outros já usaram e se deparam com alguns “brindes” por lá rsrsrs. Ou tem tipo uma “tia” que fica limpando nesse meio tempo? hehe

Claro que isso depende da casa. Se o sujeito escolhe aquela boate bem baratinha pra economizar uns trocados, pra depois gastar em cerveja, fica complicado, né? Rsrsrs

Em via de regra as boates têm “tias” que cuidam da limpeza, sim.

As cabines são equipadas com papel toalha e álcool gel para os clientes e, quando a cabine é desocupada, a “Tiazinha Mágica” aparece pra cuidar da limpeza.

É bem verdade que muitas vezes a coitada da Tia nem consegue entrar pra limpar, pois os apressadinhos que estão esperando a cabine desocupar se antecipam! Rsrsrs 

** Enfim, agora vou para a minha última curiosidade: É comum homens levarem amigas, ou até mesmo prostitutas para “para fingirem que são mulheres deles” para trocar com outros casais e para se aproveitarem dos benefícios de ser casal (a começar pela entrada geralmente mais barata kkkkkk)¿ Não sei, mas imagino que deve ter “alguns casais fakes” nesse meio que fazem isso para se beneficiar inclusive da mulher ou do marido da outra pessoa.

 Sim, isso acontece! Tem de tudo!

Tem homem que leva amiga pra se dar bem comendo a mulher dos outros, tem o que leva a amiga pra economizar no valor da entrada, também.

Eu, particularmente não gosto disso. Só vou à boates formando casal com quando é uma amiga que eu esteja saindo com frequência, tenha muita intimidade. Do contrário, prefiro ir sozinho e ter a minha liberdade. Filhote de tubarão… sabe? Rs rs rs.

Sobre os que levam garota de programa, é um assunto mais delicado. Isso acontece, mas, normalmente, é tão explícito que não adianta nada. Todo mundo observa e percebe que o casal é armado. Muitas vezes a diferença de idade do homem para a mulher é enorme e, pelo comportamento, todo mundo percebe que a mulher é garota de programa. Esse tipo de casal fake dificilmente consegue “se dar bem”. Acaba que o sujeito joga dinheiro fora.

Os casais formados por amigos acabam conseguindo algum sucesso, a final, quem vai para as salas coletivas de sexo não querem muito papo (no bar e na pista de dança é diferente). Olham mais a parte estética, se rola a tal química e partem para a sacanagem, sem conversar. Aliás, difícil conversar em um quarto coletivo, com um monte de gente transando, gemidos, música alta e ambiente em penumbra, né? Rs rs rs

Evidentemente, os casais verdadeiros têm muito mais intimidade, afeto, cumplicidade e isso costuma ficar bem claro nas atitudes. A dica pra quem não quer se deparar com casais armados é: observar! Enquanto estiverem na pista de dança, no bar, observem o comportamento dos casais pra fazer o filtro desejado.

** Você saberia traçar um tipo de perfil genérico psicológico, e até mesmo comportamental, de pessoas que acabam sendo frequentadoras e fãs de carteirinhas do meio? E de pessoas que só vão uma vez para nunca mais?

 Sinceramente? Impossível traçar esse perfil.

Há pessoas extremamente tímidas e fechadas que se soltam e se descobrem nesse meio, há pessoas super abertas e extrovertidas que ficam travadas.

Há os que curtem de forma saudável, como um ingrediente a mais para apimentar, e outros que usam o swing como fuga para os problemas e só vivem em função disso.

O swing é como bebida alcoólica. Tem gente que gosta, tem gente que não gosta. Tem gente que gosta e bebe o suficiente pra curtir e relaxar, aproveitando de forma positiva tem gente que bebe até cair, criando um problema pra si e pros outros.

Digamos que eu adoro beber bem, mas sem dar vexame… rsrsrs

** Na minha opinião e dadas as devidas excessões, as mulheres são as que mais costumam sofrer nesse meio, visto que muitas são “forçadas” pelos maridos que tem a fantasia de vê-las transando com outras mulheres, e até mesmo de transar com outros homens. Qual é a sua opinião a respeito? 

Temos as que sofrem, por terem se casado com o homem errado e temos as que curtem muito sua vida, inclusive no swing, por terem um parceiro legal.

A mulher deve se dar o respeito, ao invés de se sujeitar aos caprichos e imposições do marido, ainda mais no que diz respeito ao sexo. Tá na hora de algumas enxergarem que não estão mais nos idos de 1940, quando a mulher era quase uma escrava do seu marido.

Infelizmente este comportamento por parte de alguns maridos não é exclusividade do meio swinger. Quem aí vai ter coragem de dizer que nunca viu mulheres “caretas” (que não são do swing) que são totalmente subjulgadas ao marido, oprimidas e desrespeitadas?

** Você diria que esse meio, bem como uma boa fatia da sociedade, ainda é bastante machista?

 O machismo está perdendo espaço no mundo, em nossa sociedade de maneira geral, mas ainda existe, é claro. No meio swinger não é diferente.

** Por que nesse meio geralmente os casais são mais bem vistos do que as pessoas solteiras, que geralmente pagam inclusive mais caro para entrar? Enfim, qual seria a relação de respeito que os casais, os solteiros e solteiras costumam ter respectivamente?

Pelo fato de o swing ser basicamente a troca de casais. O ponto central disso tudo é o casal. Até os casais que curtem solteiros, normalmente também curtem casal (mas também há casal que só curte solteiro), os homens solteiros vão às festas em busca dos casais, portanto, a mola mestra disso tudo, comercialmente falando, é o casal. Os casais que procuram ménage feminino ficam doidos pra encontrar solteiras e, infelizmente, elas são uma minoria, tão raras que são quase testemunhas! Rsrsrs. Por isso o ingresso delas é bem barato ou até grátis, como forma de atraí-las.

** Agora falando um pouco mais de você, qual foi a experiência mais deliciosa, e a mais traumática que você já teve nesse meio?

Difícil, muito difícil definir. Gosto muito disso tudo, adoro sacanagens, aventuras e já fiz muuuuuitas! Como disse anteriormente, sou um capetinha! Rsrs. Quem sabe não conto algumas aventuras em uma postagem futura? Cavando mais uma participação… Ráaaaa! Rsrs.

Mas não dá pra negar que as experiências que tive com a minha ex-mulher foram as melhores. Realizar fantasias é bom demais! Realizar fantasias do lado de alguém que a gente ama, é melhor ainda!

Já tive momentos desagradáveis, algumas poucas vezes, com maridos que tentaram algo comigo (curtiam bi masculino) na hora H, quando eu estava com a esposa (eu deixo bem claro que não curto bi masculino) ou aquela surpresa desagradável de ficar com uma mulher linda e, na hora dos momentos íntimos, descobrir que o aroma não era exatamente de flor do campo, se é que me entende… rsrsrs. Nada que eu considere traumático.

** Você acha que seria difícil para uma pessoa frequentadora do meio namorar uma pessoa que não gosta de frequentar esse ambiente? Ou seja, seria algo que, ainda que não seja fácil, daria para abandonar ou é melhor só namorar pessoas do meio – ou que pelo menos se interessem por ele – mesmo?

Dá pra abandonar o meio swinger por causa de um amor, sim. Eu já fiz isso, apesar de reconhecer que é muito difícil pra uma pessoa que realmente gosta de sexo liberal. Hoje eu particularmente não quero e não posso abrir mão disso. Hoje trabalho fazendo eventos swingers, não posso simplesmente ignorar isso, fingir que não existe. Quando me envolvo com uma mulher eu abro o jogo e conto tudo sobre minha vida de swinger. Eu prefiro que minha futura mulher seja uma adoradora do sexo liberal… rsrsrs

** Uma outra fama que os swingeiros tem é de todo mundo transar com todo mundo: mulher com mulher já é comum inclusive pela insistência de alguns maridos, mas homem com homem é comum? Pergunto isso porque já ouvi pessoas dizerem que há um certo preconceito com homens gays e bi nesse meio, é verdade?

O bi masculino não é comum. Aos poucos está mudando e os homens que curtem o bi masculino estão começando a assumir e ganhar seu espaço, mas ainda não é uma prática bem aceita pela maioria. Eu, particularmente, nem gosto desse termo “bem aceito”. Acho que não deveria ser questão de aceitar, e sim de respeitar.

** Por fim, qual dica você daria para os indecisos que não sabem se passam ou não por essa experiência?

Está solteiro(a)? Curta sem medo! Realize seus desejos, afinal, essa sacanagem toda é gostosa demais!

É casal? Pondere muito antes de decidir. Lembre que tem uma pessoa junto de você que precisa concordar com tudo. Nunca passe por cima do seu parceiro(a). Lembre-se também de que há uma relação de amor em jogo. Se tiverem certeza do que querem, de que realmente querem experimentar isso, aproveitem, curtam muito, pois é muito gostoso!

** Muito obrigada pela entrevista e pelo esclarecimento. Espero que ela possa não só ajudar, como melhorar a compreensão sobre esse meio. Só deixo aqui minha opinião pessoal e que vai de encontro com o que você disse acima para aquelas pessoas que querem realizar a sua fantasia “custe o que custar” e que muitas vezes acabam passando em cima do próprio companheiro: “prazer sim, ser chato e forçar a barra não”. Enfim, fica de dica para aqueles que se não pensaram antes, que pensem agora que uma noite de tesão forçado pode não só causar um trauma em alguém, como acabar com o amor. Sem contar que bom mesmo é ter prazer com quem quer ter prazer, e não quem só está fazendo – forçado – para te agradar.

Johnny

Johnny, carioca de 32 anos.

Eu que agradeço pelo espaço, pela oportunidade. É um prazer participar de um blog tão legal, tão bem conceituado e acessado e poder mostrar um pouco sobre o swing para quem se interessa e ainda não tem informações. Espero, de verdade, que sirva pra ajudar muita gente.

Sempre que precisar, estarei por aqui!

Abraços

Johnny

[email protected] (e-mail / skype)

Instagram
Share.

About Author

Luiza Costa

Brasiliense morando em Curitiba. Escritora, blogueira, youtuber. Espero te encontrar todos os dias nas redes sociais pra que possamos debater os mais variados temas e crescermos juntos.