Virgindade é realmente importante?

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Vamos repensar a questão da virgindade? Hoje temos mais um texto do nosso colaborador doutor em filosofia, o Manoel Dionizio Neto que nos trouxe mais uma grande questão para ser levantada.

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Até a década de 1980, ainda era comum ouvir dizer que a virgindade da mulher era importante e até necessária. Muitos insistiam em casar com uma moça que fosse virgem, assim como muitas jovens não admitiam praticar o sexo antes de casar. Contraditoriamente, sabia-se que, mesmo nessa década, já existia uma certa cobrança para que ela não fosse virgem. Lembro aqui de uma publicação da Marta Suplicy, no Suplemento “Mulher” do jornal Folha de S. Paulo, quando a então psicóloga, sexóloga e escritora dizia do constrangimento de muitas mulheres que se viam cobradas para perder a virgindade, dizendo que, em certos ambientes, como o universitário, por exemplo, “coitadinha daquela que dissesse ainda ser virgem”, de forma que tinha passado a ser razão para que algumas (ou muitas) mentissem dizendo não serem mais virgens. Marta Suplicy, como era de se esperar de uma intelectual do porte dela, entendia que a cobrança, fosse para ser virgem ou não ser virgem, atentava contra o direito da mulher optar por continuar ou não sendo virgem, sem que para isso tivesse que atender os apelos de quem quer que fosse, pois o constrangimento em dizer ser ainda virgem era semelhante ao de sua época de juventude, quando as moças poderiam passar por uma situação constrangedora, se viessem a público o fato de já ter praticado sexo com  alguém antes de casar.

Fico lembrando aqui que ouvia dizer que, na época da juventude do meu pai, no início do século XX, muitos homens deixariam de namorar com uma mulher se soubessem que ela já tinha sido beijada por outro homem. Daí a exigência, inclusive, de se procurar para casar uma moça que nunca tivesse tido nenhum tipo de contato íntimo, ainda que fosse apenas um beijo, com alguém. Lembrando, por um lado, dos constrangimentos referidos por Marta Suplicy, bem como do que ouvi dizer sobre a necessidade da virgindade da mulher até o casamento, mesmo quando já havia essa cobrança para deixar de ser virgem. Fico refletindo sobre as algumas questões relativas ao comportamento sexual das mulheres, mais especificamente, e das pessoas em geral ao longo da história humana. Não quero, e não vou fazer aqui uma discussão sobre os idos históricos da sexualidade humana. Certamente aqui não seria o lugar para isso, uma vez que pretendemos apenas manifestar algum entendimento a respeito da questão da virgindade, quando sabemos da importância que já teve historicamente para os homens, razão pela qual chegavam até às piores consequências quando descobriam, na noite de núpcias, que sua noiva não era mais virgem.

O que me faz pensar nesse momento é o paradoxo de certas exigências que se fazem contemporaneamente. Enquanto, por um lado, as moças se encontram constrangidas em assumir que são ainda virgens, por outro, encontram-se os homens ainda esperando casar com uma virgem, ou que apenas tenha sido virgem até conhecê-los. Ou seja, seria bastante compreensível que, durante o namoro e noivado, houvesse a primeira relação sexual dela com ele, mas não que quisesse casar com uma moça que já tivesse praticado o sexo com outro homem antes dele. E penso: há alguma diferença entre não querer namorar com uma moça que já namorou com outro, havendo assim a possibilidade de já ter sido beijada por outro, e admitir casar com uma moça que tenha praticado sexo com outro? Se formos buscar as razões postas para justificar uma coisa e a outra, é possível afirmar não haver diferença. Em qualquer dos casos, trata-se da rejeição da mulher que, de algum modo, tenha se relacionado amorosamente com outro homem. Ou seja: será que não há de se pensar aqui em termos de uso que tenha sido feito de um objeto que queria somente para si, mesmo que esse uso possa ter sido diferente, de forma mais intensa ou não?

Certamente não podemos pura e simplesmente simplificar a coisa assim. Todavia, a associação entre a mulher e um objeto de prazer não pode ser descartada. Por outro lado, sabemos que, para que chegasse a essa condição de objeto sexual, houve todo um percurso histórico de que também não vamos tratar aqui, mas que não pode ser por nós ignorado. Chamo a atenção apenas para a descoberta da participação do homem na fecundação, significando assim interferência dele na reprodução físico-biológica da espécie humana. Trata-se, pois, de uma descoberta que está associada à agropecuária. Isto significa dizer que a fixação do homem, no momento em que ele deixa de ser nômade para cuidar da agricultura e dos rebanhos mediante a domesticação dos animais, permitiu o conhecimento de que as relações sexuais entre um homem e uma mulher seriam necessárias para que os bebês pudessem nascer. Mas também não podemos esquecer que essa fixação do homem no campo como agricultor e como criador de rebanhos se fez com o surgimento da propriedade privada, ao tempo em que esta passou a ser, logo depois, referência para se pensar a mulher como uma das propriedades, de modo que deveria se buscar meios que garantissem o reconhecimento da paternidade.

A associação possível entre a mulher e a propriedade do homem, seu pai ou marido, poderia ter deixado de existir com o advento do liberalismo, que teve como um dos seus princípios a defesa de todas as formas de propriedades, estando entre estas o próprio corpo. Mas, infelizmente, para a concepção patriarcal e machista, antes de ser dona de seu próprio corpo, a mulher pertencia ao homem.Por isso, em um relacionamento conjugal, que nem sempre se tratava de um relacionamento amoroso propriamente dito, o corpo da mulher teria que continuar pertencendo mais a ele do que a ela, uma vez que, sendo ela propriedade dele, ela não poderia ter domínio total ou absoluto do seu próprio corpo. A ideia de objeto sexual continua existindo aí. Por outro lado, o reconhecimento da igualdade entre os sexos com o advento do racionalismo cartesiano, que passou a considerar a significação do sujeito a partir da capacidade de pensar com igualdade, presente em todos os seres humanos, muito contribuiu para que a mulher entrasse definitivamente em um processo de libertação. Por isso, hoje, em pleno século XXI, podemos acompanhar as mais diferentes conquistas da mulher, de modo que pode nos espantar a afirmação de que a virgindade feminina ainda se faça necessária. E aí pergunto: será que ainda continuamos com situações paradoxais como as da década de 1980?Voltamos assim aos paradoxos antes referidos, tanto para lembrar que, nos anos de 1980, a mulher estava caminhando a longos passos em direção à sua emancipação, como também para dizer que, infelizmente, ainda padecia de certos caprichos de uma sociedade patriarcal.

Tratando-se dos avanços em termos de liberação sexual que alcançou muito espaço com a revolução dos costumes da década de 1960, podemos falar dos paradoxos, quando os homens encontravam-se iludidos com os ensinamentos de uma sociedade machistas, enquanto as mulheres passavam a impor novas formas de comportamento. Assim, enquanto eu, por exemplo, ficava ouvindo que a mulher para casar teria que ser virgem, mesmo que a virgindade dela só durasse até se envolver amorosamente com aquele com quem pretendia casar, por outro lado, pesquisas realizadas na França e nos Estados Unidos apontavam para uma nova forma de lidar com o sexo antes do casamento, de modo que ia ficando cada vez mais difícil encontrar uma jovem solteira esperando para perder sua virgindade depois do matrimônio. Segundo a pesquisa realizada pelo Dr. Pierre Solignac e Anne Serrero, publicada em 1980 sob o título A vida sexual e amorosa das francesas, menos de um por cento das mulheres casadas entre 18 e 25 anos tinham perdido a virgindade na noite de núpcias, sendo que 69% dessas mulheres tinham perdido a virgindade com um homem que não era seu marido. Por essa mesma época, pesquisas nos Estados Unidos davam conta de que menos de 20% das mulheres casavam virgens.

Tomando como referências essas estatísticas, fico pensando por que, numa pesquisa realizada por volta de 2005 numa universidade do Rio de Janeiro, segundo Regina Navarro Lins, 36% das jovens solteiras com a idade de 20 anos declararam-se virgens, mesmo 50% delas afirmando não quererem permanecer virgens até o casamento. Fico pensando assim porque, depois de tanta mudança de comportamento admitida entre os anos de 1980 e os anos 2000, parecia-me ser muito difícil encontrar uma moça com 20 anos ainda virgem; mas fico pensando ainda mais assim, quando questiono, há muito tempo, por que os homens, seja em décadas passadas ou ainda hoje, alimentam essa fantasia machista de casar com uma virgem. E eu perguntava: será que estamos novamente diante de um paradoxo? Parece que sim. Ao mesmo tempo que sabemos ainda existir homens alimentando essa ilusão, sabemos também que a virgindade feminina praticamente desapareceu como temática das conversas entre os homens. De quantos ouvimos hoje a afirmação de que procuram uma virgem para casar, ou que não casarão com uma moça que tenha perdido a virgindade com outro? Do mesmo modo que, na década de 1980 era bastante normal namorar com uma moça que já tivesse sido beijada por outro, hoje parece bastante normal que se namore ou case com uma moça que tenha tido experiência sexual com outro. E mais do que isso, tem sido cada vez mais comum os namorados terem uma vida sexual efetiva, não fazendo diferença dos que vivem em um relacionamento conjugal, seja este formalizado ou não.

Durante a minha adolescência e juventude, entre os anos de 1970 e 1980, muito pensei sobre o que poderia significar essa necessidade de preservação da virgindade por parte da mulher. Convivendo num ambiente familiar bastante conservador, mas também convivendo em meio às pessoas que defendiam valores de uma cultura machista, fosse em Arapiraca-AL ou mesmo em Recife-PE, onde morava ou onde estudava, ficava muito na minha introspecção pensando sobre o que tanto se pensava sobre o que deveria ser certo e errado no comportamento sexual das pessoas, incluindo-se neste a necessidade de ser virgem a jovem para o casamento. Para mim, era bastante difícil entender a importância dada a uma relação sexual com uma virgem. E o que sempre pensei sobre isso é que não deve ser tão diferente ter uma relação sexual com uma mulher que nunca se relacionou sexualmente e ter relação sexual com uma mulher sexualmente experiente. Para quem ainda não teve relação sexual com nenhuma mulher, certamente seria melhor ter a sua primeira relação com uma mulher com a experiência que ele não teve. Todavia, o jovem, desde cedo, era orientado para recusar a prática sexual com uma mulher não virgem, se tivesse intenção de com ela casar, mesmo sendo ele sexualmente inexperiente. Para resolver “esse problema”, havia todo um incentivo para que ele procurasse junto a prostitutas, ou com moças com quem não queria casar, a sua iniciação sexual. Enquanto isso, a mulher que não tinha nada para ensinar ao homem, mas apenas aprender com ele, teria que ir para o casamento com a sua virgindade, ou, no máximo, ter uma relação sexual com o namorado ou noivo, se tivesse a certeza de que com ele casaria. Felizmente, graças à “certezas” de muitas jovens, hoje, mesmo em famílias mais conservadoras, marcadas pela formação de uma cultura machista e, portanto, patriarcal, cada vez se “ignora” mais o fato de que a moça não é virgem ou que pratica regulamente o sexo com o seu namorado ou noivo.

Ficam, então, as perguntas: Por que é possível, para o homem, a necessidade de a mulher ser virgem, quando não há essa necessidade em relação à mulher? Ou seja: por que somente é necessário para o homem ter relações com uma mulher virgem, quando não é necessário para a mulher que ele seja sexualmente inexperiente? Qual o prazer que se pode ter numa relação sexual com uma mulher virgem que não poderia ter se ela já tivesse perdido sua virgindade com outro? Digamos que esse prazer existisse. E daí, o homem teria que ficar se casando e, logo depois, se separando, para voltar a ter prazer no sexo, uma vez que, casando com uma virgem, depois da sua primeira relação sexual com ela, deixaria de ter prazer em sua vida sexual com a esposa? O que faz ser mais prazeroso numa relação sexual com uma virgem: o sangue, que poderá haver ou não, com a ruptura do hímen, que, por sua vez, poderá ocorrer ou não? O que, então, será mais prazeroso numa relação sexual: o fato de ser o primeiro, a certeza de que foi possível manchar os lençóis de sangue, ou todo envolvimento erótico que conduzirá os dois ao êxtase em uma relação sexual? O que, de fato, se deseja ou se pode desejar em uma mulher? Trata-se, então, de fazer da sua relação sexual uma relação sadomasoquista? Qual o tesão que se pode ter em saber que a mulher sangrou numa relação sexual? E, digamos que isso seja possível, trata-se, então, de descartá-la, sabendo que não sangrará numa próxima relação?

Por fim, gostaria de chamar a atenção aqui para a sabedoria feminina. A mulher, depois de passar por todas as formas de repressão sexual, foi capaz de perceber o que pode ser mais prazeroso no sexo, não buscando nas relações sexuais um prazer supérfluo, criado e alimentado pela fantasia de ser a primeira. Hoje, ao contrário do que ocorria no passado, não só é difícil ou quase impossível a comprovação de que a mulher não é virgem em sua primeira relação sexual com ela, como também não há mais como ter o controle sobre a prole, de modo que possa dizer da impossibilidade de evitar filhos com outrem. Mas aqui nos defrontamos com mais um paradoxo: mesmo nostempos mais remotos, o fato de casar com uma virgem não impedia que ela, depois, tivesse filhos de outro homem, ficando para o marido apenas a “certeza”de que todos os filhos dela eram igualmente seus. Agora, podendo evitar o filho não desejado, é bem mais fácil para ela esconder suas relações com outro, independentemente de casar virgem ou não. Por que, então, teria ele a necessidade de exigir que ela seja virgem para o casamento, ou que ele tenha sido o primeiro com quem teve relação sexual? Poderá, sim, ser esse primeiro, sem que isso signifique ser o único. E não é a virgindade ou a ausência dela que vai determinar o que acontecerá depois na vida conjugal ou sexual do casal. Cabe somente a ela decidir sobre o que fazer dos seus sentimentos, tenha caso virgem ou não, tenha perdido a virgindade com o marido ou não.

Mas, se por um lado, sabemos dos avanços da mulher a caminho da sua libertação, também sabemos também do peso dos valores da cultura que ela ainda carrega. Valores esses que têm sido repassados de geração a geração, sempre demarcando a significação dos rituais impostos pelas diferentes crenças. A filha, que fica mais sob o controle familiar, segundo a tradição cultural que opta por uma forma de educar a mulher sob os moldes do certo e do errado culturalmente falando, acaba introjetando muito mais esses valores. Porém, conforme tem sido demonstrado historicamente, a mulher vai cada vez mais desconstruindo esses valores, por isso que é cada vez superada a fórmula do amar fundada na necessidade de submissão da mulher ao homem, afastando, cada vez mais, a possibilidade do sadomasoquismo das relações amorosas. Por isso creio que, continuando com essa força, a mulher poderá dizer ao mundo, em alto e bom som, que não poderá ser reduzida a um objeto de prazer para o homem, ao passo que mais se afirma como possibilidade de abertura para um prazer de qualidade muito superior, tanto no que diz respeito ao prazer dela quanto ao dele. Por isso, não se fazendo necessário inverter agora os papéis, é possível pôr fim a uma estranha necessidade masculina de valorizar, na mulher, uma membrana tão sem importância que, nela, no máximo, servirá para dizer que é uma pessoal sexualmente imatura, sendo a ausência dela a indicação de que a infância dessa mulher ficou para trás. Isto é: com a perda da virgindade, desaparece aquela membrana que, como diz Havelock Ellis, seja para o uso do corpo feminino ou para a beleza da mulher, “é uma parte totalmente insignificante”, que serviria, no máximo, para dizer que a mulher é ainda criança; daí o seu desaparecimento com a relação sexual dessa mulher poderia apenas indicar que ela já passou da sua fase infantil, sendo agora senhora de si mesma. Assim, a mulher sabe dizer cada vez mais, e melhor, o que deve ser procurado numa relação sexual com ela, de forma que nós, homens, aprendemos cada vez mais com ela o que é ser feliz numa relação amorosa. Certamente, essa felicidade tanto procurada se faz pela maturidade das relações, e não com o falso prazer de ser o primeiro, sem levar em conta os sentimentos recíprocos das partes que formam o casal.

Colaborador: MANOEL DIONIZIO NETO, professor de filosofia do Centro de Formação de Professores da Universidade Federal de Campina Grande – UFCG, com graduação em Filosofia na Universidade Federal de Pernambuco, Mestrado na Universidade Federal da Paraíba e Doutorado na Universidade Federal de São Carlos, autor de A presença do hedonismo e do pragmatismo na visão ética contemporâneaA utopia petista: socialismo com democracia, Filosofia da ciência, Filosofia da ciência II: a ciência e a gênese da matemática e Questões para a filosofia da educação e outros títulos, tendo organizado alguns livros e publicado diversos artigos e capítulos de livros.  E-mail: [email protected]

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About Author

Luiza Costa

Brasiliense morando em Curitiba. Escritora, blogueira, youtuber. Espero te encontrar todos os dias nas redes sociais pra que possamos debater os mais variados temas e crescermos juntos.

  • Anonymous

    NÃO. Simples assim.

  • Anonymous

    entre uma rodada e uma virgem , prefiro a virgem

  • Andreza

    Ponderações perfeitas do Manoel, posso considerar que este foi um dos melhores textos que eu já li a respeito do assunto.

  • Djoni Filho

    Excelentes ponderações. Concordo plenamente, mas respeito a importância da virgindade PARA A MULHER. Essa importância deve ser para ela, dona do próprio corpo, e não para o homem, motivo pelo qual ela não é propriedade dele. Mas por motivos religiosos, entre vários outros, ela pode dar importância à virgindade, e merece respeito.

    Djoni Filho Debate

    • Júnior Santos

      Djoni, não se preocupa não.

      Se você gosta de “resto”, me manda umas virgens que eu uso te mando o produto usado.

  • Anonymous

    Entre uma rodada e uma virgem, tanto faz,prefiro a que mais me der vontade de estar com ela, e quanto a importaria da virgindade, deveria ser a mesma tanto para homens quanto para as mulheres, NENHUMA, absolutamente nenhuma, casei em 1988,ou seja, como diz o testo, isto ainda fazia alguma diferença, para os outros não para min,embora (por pura coincidência) tanto eu como minha esposa focemos virgens na época( sim, não se espantem, eu era sim virgem e admito isto), e digo com toda sinceridade, isto na época não fazia a menor diferença para min, e agora faz menos ainda. As pessoas tem que escolher isto com liberdade e responsabilidade,de preferência sem interferência dos preconceituosos que ainda existam e dos carolas cujo o numero, cresce a cada dia. Pode ate ser utopia, mas…..

    • Carlos

      Não vale a pena investir tempo e esforço em um relacionamento com uma mulher “rodada” (não virgem).

      Ela
      escolheu uma vida egoísta e fútil, só valorizando relações que lhe
      trouxesse emoções que uma relação estável na cabeça dela, não traria.

      Você
      será largado pelo 1º cafajeste que aparecer e ela se interessar. Ou
      quem sabe por um da lista enorme, só pra ela tirar a prova se desta vez
      dá certo ou não.

  • Anonymous

    Nessas horas as mulheres são libertárias e moderninhas ..
    Mas na hora da conta elas são a moda antiga .. e querem que o homem se relacione com uma mulher que naum tem nem onde cair morta e ainda é egoista

  • Anonymous

    essa questao de virgindade feminina e masculina eh relativa.se conhecemos uma mulher,e pretendemos ter algo mais serio com ela,porque nao saber de sua vida anterior? logico que as mulheres hoje em dia,nao podem esperar,serem virgens e casarem-se com um homem virgem.mas,para muitos homens e muito importante,que,por ventura a mulher o seja,caso nao seja,nao podera haver cobranças de ambas as partes.mas seria conveniente,que as jovens,por serem virgens,nao abram as pernas ao primeiro,que conhecerem,so para manter a sua auto afirmaçao perante a sociedade.Virgindade nao eh doença,ser virgem na da cancer. a mulher se entregar para um homem,tem ser um momento especial.para depois,nao se ter que curar algumas sequelas,de suas atitudes impensadas.

  • Anonymous

    kkkkkkkkk voce prefere um carro zero ou de segunda mao? voce prefere uma embalagem lacrada ou que ja foi aberta?
    Se experiencia sexual feminina fosse requisito pra relacionamento, puteiro seria altar de casamento.

    • Anonymous

      Ei vc ta comparando uma mulher com um carro ou um pacote de bolacha ou e impressão minha….. maluco, carro vc troca todo ano, bolacha vc come uma diferente todo dia, ta maluco.

    • Anonymous

      Eita , que comparação mais infeliz, deve ser por causa de homens como este, que tem um monte de mulher por ai metendo chifres nas cabeças dos maridos.

  • Anonymous

    se voce for a um supermercado e tiver dois pacotes de biscoito, um lacrado e outro semi-aberto qual voce levaria????

    • Anonymous

      q merda de associação. Biscoito aberto perde o gosto, xana usada fica ate melhor porque sabe o que está fazendo e já trabalha por conta sem precisar ensinar tanto.

      • Júnior Dantas

        Não se preocupa não cara: me envia as virgens que depois eu te mando o “resto”. Se você não gosta de mercadoria de primeira, é um direito que lhe assiste.

        Já que você gosta de ser “pedreiro” e tapar buraco alheio, vou te mandar um monte “restos” pra você comer.

  • elvis

    e otimo para um homen saber q foi o primeiro e unico…,pra min qwem escreveu isso ou e mulher ou e gay…

    • Júnior Dantas

      Prezado Elvis,

      Todo homem que tem vergonha na cara se incomoda com o passado de sua
      mulher. É natural em homens, ponto final. É uma atitude machista? Sem
      dúvida – se sou macho, o machismo é um comportamento inerente aos
      machos.

      Quando digo todo HOMEM, me refiro aos homens de verdade,
      que são territorialistas, como todo macho deve ser. Diferente duma
      minoria, que foram domesticados e educados por mães promíscuas, que
      induziram o pensamento de que “o passado de uma mulher não importa” ou
      que “quem manda na gente é o coração”.

      Saber que nossa
      princesinha já praticou todo tipo de modalidades sexuais com outros
      caras e que todos conhecem os centímetros de suas partes e orifícios tão
      bem ou MELHOR que nós, é HUMILHANTE.

      Se experiência sexual de mulher contasse pra relacionamento sério, puteiro seria altar de casamento.

  • Anônimo

    Existe sempre uma enorme parte de pessoas (normalmente de mulheres) que se ofendem quando o assunto virgindade vem a tona. Sinceramente eu não entendo ao certo o motivo disto, mas acredito também que tanto os homens quanto as mulheres estão sempre muito preocupados em defender o seu lado, e muito pouco preocupados em entender o outro lado da estória.
    Primeiramente se um homem acredita que o fato da mulher ter preservado seu hímen intacto lhe garante carácter e dignidade eu tenho uma notícia óbvia para você. Tu és ingênuo!
    Não precisa ser nenhum gênio para saber disso. O simples fato de uma mulher não ter iniciado suas experiências sexuais não garante o que ela será capaz de fazer depois que isto acontecer. E de certa forma neste aspecto as mulheres “rodadas” tem a vantagem de já terem experimentado estas sensações, e isto pode lhes garantir mais sabedoria na hora de guiar suas relações.
    No entanto, para as invejosas e puxa sacos de mulher eu também tenho outra notícia. Se você acredita que o fato da mulher ter se preservado virgem não diz nada sobre ela vocês também estão sendo ingênuos. Se manter virgem é muito difícil! Passar por todas as tentações que aparecerão na vida de uma virgem sem fraquejar diz bastante sobre suas convicções e força de vontade.
    Vcs querem a verdade? Praticamente nenhum homem pensa em se casar com uma virgem por ela ser confiável, ou digna. Querer uma mulher virgem está relacionado ao instinto masculino de competição, muito mais do que qualquer outra coisa.
    Antes de explicar meu ponto de vista, quero dizer que não acredito que mulher alguma tem obrigação de se manter virgem. Acredito que mesmo uma mulher “rodada” merece tanto respeito quanto uma virgem. Vc não será melhor nem pior por se preservar ou por não se preservar, mas é importante que as pessoas entendam bem o impacto destas decisões.
    Eu não vou tentar explicar como estas coisas acontecem, pois não acredito que mulher alguma conseguiria entender o que um homem sente de verdade. Tanto quanto não acredito que nós homens seremos capazes de entender as mulheres por inteiro.
    Algumas coisas que PODEM acontecer quando um homem descobre que a mulher da vida dele já teve um passado sexual:
    – Vergonha. É EXTREMAMENTE constrangedor e desagradável saber que sua princesa já teve relações com outros homens. E isto ainda pode ficar bem pior caso o homem tenha algum tipo de contato social com os ex de sua princesa.
    – Raiva. Não da mulher diretamente! Mas raiva de você saber que isto é algo que lhe incomoda muito e que não há nada que possa ser feito para mudar. Fica ainda pior quando o homem resolve tentar controlar este sentimento. Ele não consegue, e por consequência sente ainda mais raiva.
    – Nojo. Sim, nojo. Não venha com este papo de “lavou ta novo”, pois o nojo não é físico e sim psicológico. O nojo é resultado do homem não conseguir tirar da cabeça a imagem de outros caras beijando, transando e ejaculando na mulher que ele tanto ama. E sim, essas imagens surgem na cabeça de muitos homens sem que eles as possam controlar.
    – Sensação de inferioridade. É difícil para as mulheres entenderem isso, mas os homens também se comunicam através de sinais, e muitos destes sinais as mulheres nunca entenderão. E na maioria das vezes a forma com que alguém que já teve relações sexuais com a mulher olha para seu atual respectivo é diferente. Ele se sente superior, e o respectivo automaticamente sabe o pq.
    Tenho certeza de que muitas mulheres virão a ler minhas palavras e concluir “nossa mas como os homens são idiotas!”, e de fato eu tenho que concordar com isso. Mas lembrem-se que antes de mais nada somos animais. Temos instintos e sensações, e por mais que devamos nos controlar e não permitir que tais instintos e sensações tomem conta de nossas ações eles vão sempre afetar a forma como nos sentimos.
    Nenhum homem escolheu se sentir desta forma. Se vcs fizerem pesquisas no google vão perceber que existe uma infinidade de homens desesperados, pedindo ajuda para não perder as mulheres que amam por causa de tais sentimentos. Infelizmente a vida não é justa, e neste caso a culpa não é das mulheres e nem dos homens, é simplesmente a forma como as coisas são.
    Eu não estou aqui defendendo ninguém, não defendo homens que acreditam que apenas as virgens são dignas, não defendo as mulheres que perdem suas virgindades com 13 anos, nem as virgens, nem os caras que defendem as promíscuas para conseguir a atenção delas. Mas um pouco de compreensão de todas as partes pode ser muito útil para entender que o fato de um homem se sentir mal pela mulher dele já ter tido relações sexuais diz tanto sobre seu carácter quanto o fato de uma mulher não ser mais virgem.
    Os homens não escolheram se sentir desta forma, tanto quanto as mulheres não escolheram se apaixonar pelos cafajestes que as fizeram de lanchinho. Logo ninguém aqui é melhor do que ninguém. Não peço para as mulheres entenderem os homens e nem para os homens entenderem as mulheres, apenas para que entendam que ambos funcionam de forma diferente. O que parece idiota para uma mulher pode ferir profundamente um homem, e vice versa.
    Para as mulheres que sonham em se casar e ter um casamento formal e regular que dure muitos anos, é muito importante considerar que perder a virgindade antes da hora pode sim fazer com que seu futuro escolhido a veja e trate de forma diferente, por tudo que já foi explanado anteriormente. Não estou afirmando que casar virgem lhe trará certeza de uma relacionamento feliz, nem a certeza de que a mulher fracassará em seus relacionamentos caso não seja mais virgem. Mas com certeza, as melhores chances de sucesso vão estar sempre ao lado da mulher virgem. Cabe a cada uma decidir se o sacrifício vale a pena, ou se seria mais fácil aproveitar tudo o que puder e depois se preocupar com casamento, caso seja sua vontade. Ambas as decisões tem seu valor.
    No final tudo seria muito mais fácil se os homens parassem de se esconder atrás de afirmações ridículas como “apenas as virgens são dignas para casamento” e assumissem que tudo isto é um problema masculino e não feminino. Isto não desmerece ou diminui o sofrimento que o homem sente, mas ao menos não é covarde ao ponto de transferir para a mulher a culpa de seu sofrimento.

    • anónimo

      Oque o anonymous disse e a mais pura verdade

    • Mika

      Amigo Anonymous, concordo com algumas coisas que afirma, mas têm outras que chegaram a me irritar. Como esta: “Mas com certeza, as melhores chances de sucesso vão estar sempre ao lado da mulher virgem. Cabe a cada uma decidir se o sacrifício vale a pena…”.

      Que chances de sucesso? No casamento? Faz-me rir!!! Essa frase só valeria se as virgens soubessem escolher parceiros mais bem qualificados do que as rodadas. Pelo contrário. A inexperiência delas faz com que avaliem seus pretendentes de forma, talvez, menos criteriosa. Com tanto homem imprestável nesse mundo, querendo uma virgem só pelo prazer de ser o primeiro, mas sem nenhuma intenção de casar, o que vejo são as virgens pegando os mais conservadores e preconceituosos, justamente o tipo de sujeito que uma mulher inteligente, independente e liberal evita a todo custo.

      Acredita que o sucesso no casamento só depende da mulher? E que os sacrifícios impostos à mulher que opta por se preservar virgem são muito superiores aos sofridos por aquela que não quis esperar? Uma virgem possui mais fibra e caráter do que a experiente? Por ser virgem será menos “interesseira” (no sentido financeiro) na hora de escolher? Tenho certeza que você, uma pessoa inteligente e esclarecida, não pensa assim.

      Outro fator a se considerar é que, embora existam exemplares nos dois grupos, no das virgens é maior o número de conservadoras, pudicas e assexuadas; exatamente o tipo de mulher que todo homem abomina na cama. Esse tipo de casamento podia funcionar até há 50 anos atrás, quando o homem tinha a escolhida pra ser mãe dos filhos dele, mas se divertia com as prostitutas. Então, nesse ponto, o homem que reconhece as qualidades da futura companheira, independente do número de parceiros que ela tenha tido, tem mais chance de ser feliz no relacionamento, não porque esse “detalhe” não seja importante, mas porque o caráter é que vem em primeiro lugar.

      Defendo que todo aquele que encara sexo (hetero) como diversão tem que aceitar que a mulher também se divirta. Já quem pratica apenas pra fins reprodutivos pode se dar o direito de escolher “produto de primeira mão”. O que não pode é ser hipócrita. Sai por aí se lambuzando em qualquer buraco que aparece e depois sente nojo só de imaginar a “princesa” dando pra outro. Então, que deixe de ser estúpido e PARE de imaginar. É pra isso que todos nós temos cérebro: Pra usar! Pra lutar contra as limitações que nós mesmos nos impomos. Contra nossos próprios medos e preconceitos. Contra essa mentalidade ultrapassada que nossos ancestrais nos transmitiram.

      E tem mais, a Vergonha, a Raiva, o Nojo e a Sensação de Inferioridade precisam ser trabalhadas pelo homem que quiser se dar bem na esfera amorosa. Ficar nos apontando esse dedinho inquisidor não vai mudar em nada a realidade atual. Não haverá retrocesso. E aquele que não consegue se libertar desses fantasmas sozinho, que vá fazer terapia!!!
      Abraços!

      • Júnior Dantas

        Prezada Mika,

        Na verdade, quem demonstra ter vergonha, raiva, nojo e sensação de inferioridade é você.

        Ninguém é culpado de você não ter se valorizado e se entregado ao primeiro cafajeste que conheceu. Resumindo, você perdeu o seu bem mais precioso, e agora é uma qualquer na vida.

        Mas não se preocupe: há pseudo-homens que gostam de mulheres “rodadas” como você; que gostam de ser motivo de burburinho e fofoca em porta de boteco. Sempre há um “pedreiro” para tapar o buraco feito por outra pessoa.

        Um grande abraço.

        • Mika

          WTF !!!
          Cara, você é Junior Santos, Junior Dantas, Anonymous, ou o quê? Como é que alguém pode levá-lo a sério se nem você se leva?

          O Anonymous, a quem respondi, fez uma ponderação inteligente e bastante coerente sobre o assunto. Tanto que senti vontade de argumentar sobre alguns tópicos. Ele mostrou a visão masculina, e eu mostrei a feminina. Não fui eu quem disse que homem sente vergonha, raiva, nojo ou tem sensação de inferioridade. Eu só disse que o homem que se sentir assim precisa trabalhar esses sentimentos, porque eles causam sofrimento.

          Aí, chega você, sem condições intelectuais pra entender o que está sendo discutido, muito menos pra argumentar, e declara:

          Como Junior Dantas: Não se preocupa não cara: me envia as virgens que depois eu te mando o “resto”. (SIC)

          Como Junior Santos: Se você gosta de “resto”, me manda umas virgens que eu uso te mando o produto usado. (SIC)

          Afinal, qual a utilidade de uma virgem pra você? Então ela só tem valor enquanto o hímen está intacto? Só pra ter o prazer de ser o primeiro? Depois que consegue a “prenda” ela perde o valor? O que pensa que é? Um PAC-MAN (ou FUCK-MAN) Cafajeste comedor de virgens?

          Percebo que seus motivos em cobrar virgindade numa mulher não são religiosos, mas puramente moralistas. Segundo sua linha de pensamento, fazer buracos é melhor do que tapar, por isso desdenha dos “pedreiros”, como se valessem menos do que você. Chama-os de Pseudo Homens porque tentam encobrir a MERDA QUE VOCÊ FEZ. Por acaso consegue perceber que eles sabem fazer buracos tão bem, ou melhor, do que você? Já parou pra pensar que isso é instintivo e que todo macho já nasce sabendo onde ele fica…rsrs?

          Agora, responda-me: Que utilidade teria a uma mulher, virgem ou não, um homem que só sabe fazer buracos, mas na hora de tapar os que ele mesmo fez, manda pra outros? O que acha que uma mulher decente procura? Um cafajeste como você, que sai por aí fazendo buracos e se recusa a tapá-los, ou um homem de verdade, em quem ela sabe que pode confiar?

          Pra nós, mulheres, você pertence à pior espécie de homem que existe: A daqueles que acham que Adão foi expulso do Paraíso por culpa da Eva… rsrs.

          Em tempo: Você não perdeu “seu bem mais precioso” quando deixou de ser virgem, perdeu? Meus “bens mais preciosos” são minha vida, meu cérebro, e meu livre-arbítrio, nessa ordem. E vão todos muito bem, obrigada!

          • Pah

            Concordo completamente com a Mika. Esses homens querem ser machões, tratam mulheres como objeto. Se vocês não querem uma não virgem a gente não quer um traste que nem vocês que acha que a mulher se resume a quem ela deu a buceta e não a pessoa que ela é. Ridículo e digno de pena. Boa questão Mika depois de comer eles vão jogar no lixo será? Vão procurar outra virgem? Tenho dó de mulher que aceita um homem assim primata.

  • John

    SIM, é importante.

  • Vinícius

    É muito fácil para a mulher tentar justificar o que não tem
    justificativa: a perda de sua virgindade para um homem qualquer que não o
    seu marido.

    Muitas alegam “imaturidade” ou que “achavam que ele
    era o cara certo…”. Puro papo furado. O cara certo para ela se
    entregar é o que lhe levará para o altar e será seu esposo. Simples
    assim.

    O homem não tem obrigação nenhuma de casar virgem, mas a
    mulher sim. Já tive várias namoradas e dezenas de “ficantes”, mas nunca
    respeitei nenhuma que não fosse mais virgem pois mulher rodada não
    merece respeito. Sou apenas mais um na sua vida, e muitos outros virão
    depois de mim.

    Se ela não é mais virgem e quer realmente se
    casar, que vá atrás de quem levou o seu bem mais precioso. Uma mulher
    que não é mais virgem não tem absolutamente NADA a oferecer a um homem.
    É uma bijuteria sem nenhum valor.

    • Mika

      Vinícius,
      Por acaso já encontrou essa joia rara que procura? Se ainda não, torço para que a encontre.
      E que fiquem juntos, amando-se e respeitando-se na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, até que a morte os separe…
      Volte daqui a 25 anos e me diga, se ainda estivermos aqui, se não foi bem mais fácil dizer os votos do que vivê-los. Eu posso falar, porque já fiz Bodas de Prata.
      Mas agora fiquei preocupada. Estou aqui me perguntando o que é que eu fiz pra que ele ficasse comigo todo esse tempo, já que nunca tive “absolutamente NADA a oferecê-lo”. Acho que vou entrar em depressão!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Thomaz Aquino

      Caro amigo , Caráter , Moral , ou tem ou naõ tem ,ninguém perde .A virgindade se perde , tem muita Mulher que perde com o primeiro namorado , ai ele vai e trai , ela termina , ela perdeu a virgindade mas não a vergonha. Enquanto algumas virgens perdem a virgindade e não perdem a vergonha , porque só se perde o que se tem.

  • Deb

    Oi! o/

    Toda gente tem o direito de fazer aquilo que quiser, e escolher com quem quer ter as suas relações, isso é óbvio.
    Não acho que devemos diminuir o ‘sofrimento’ do homem ao descobrir que a sua parceira teve sexo com outros homens, mas primeiramente, deveriamos todos perceber, que esse é um problema APENAS dele, não da mulher.
    A mulher não errou por não ter feito dele o seu primeiro… até porque ninguém tem a certeza de que aquele parceiro em especifico é que é “O Tal”!

    A sensação de raiva, nojo, vergonha, etc… são apenas sentimentos que o homem (e as mulhers também os podem sentir!) possui por achar que a mulher lhe deve alguma coisa, ninguém é propriedade de ninguém e o homem não precisa de estar sempre a competir, principalmente com o passado da sua parceira, que já nem sequer tem importância.

    O passado do outro é sempre + dificil de suportar e esquecer; mas as pessoas esquecem-se que o passado do outro, teve exactamente a mesma importância e significado para o outro, como o nosso passado tem para nós próprios. Imagine-se uma mulher que ama o seu actual namorado, como se sentirá ela ao saber que, para ele, ela teria + valor e/ou seria + amada, se ela tivesse um “selo”? Pior: ela é menos amada, por causa de algo que ela NUNCA poderá mudar (mesmo que o quisesse).

    Se você,homem, sente-se mal pela sua parceira não ser virgem… tenha atenção: você não devia estar a sentir isso, porque obviamente é algo que lhe trás sofrimento, mas isso é um problema seu. Então resolva-o!

    Deb

  • Thomaz Aquino

    O fato de um Homem lutar uma Mulher(Femea) virgem para gerar sua prole , é assim como sexo instintiva ,antes de um homem ser racional ele é um animal e luta para ter certeza que a prole é sua , mais instintivavente do que racionalmente, o instinto não sabe que existe preservativos ,o instinto não se adpta a moderdinade dos tempos , se mantem e as vezes suncumbido pela razão. Falando em Razão virgens se tornaram Prostitutas , periguetes , vadias, Mulheres infiéis, sendo que muitas não virgens se tornam boas namoradas ,esposas e boas mães , exelente companheiras fieis, muitas somente tiveram o azar de gostar de cafajestes enganadores , infiéis , etc. foram vitimas de FDP, não significa que não tem caráter , princípios ou moral , somente o fato que o cara atual não foi a primeira esperiencia sexual , muitas vezes o primeiro foi ruim para elas , e todos sabemos que o importante não é ser o primeiro e sim o último na vida de uma Mulher.Não estou referindo a Mulher rodada ,mas a que tiveram um ou outro namorado , marido .. O triste é saber que quem fez da muita mulher se o que é hoje foram os Homens , empurradas para uma vida de suposta conquista , que por fim são escravas de um sistema.
    Homem foi feito para preservar , cuidar da Mulher e dos filhos , ai sim teriam o direito de exigir alguma coisa .Hoje em esta dificil encontrar Mulheres de princípios e de caráter , infelizmente em extinção , porque homens tambem não tem ,não cultivam por isso a muito tempo, muito pelo contrário se mostraram fracos , covardes , pervertidos , infiéis , imorais.
    Estamos colhendo o que exatamente as geração anteriores plantaram , outro dia falava sobre isto com nossa Amiga Mika ,desde os tempos da Roma antiga , sobre como caminhou e como caminha A HUMANIDADE , A Mulher só será o que o homem deseja , quando ele for o que um dia ela sonhou …
    E nunca se esqueça que apesar de tudo Mulheres são especiais , porque uma delas é sua mãe.
    Existe uma frase , que um Homem disse , uma vez , quem não tiver pecado atire a primeira pedra …esta frase foi dita a mais de 1000 anos..e ainda lembramos dela poque na verdade este Homem era Deus.

  • Paulo

    A virgindade feminina é importante sim e está escrito na bíblia:

    Não tomarão por esposa uma mulher prostituída ou desonrada, nem uma mulher repudiada pelo marido […]. (Levítico 21:07).

    Tomará para esposa uma virgem. Não casarás com uma viúva, com uma mulher repudiada pelo marido ou desonrada pela prostituição. Virgem de seu povo, essa sim, tomarás por mulher. (Levítico 21:13-14).

    • Hitz

      Lembrando que, na Bíblia, “prostituição” é uma expressão que se refere a qualquer tipo de sexo ilícito, isto é, que vá contra as leis de Deus.
      Mas, na minha opinião, se a pessoa (sim, homem ou mulher) mudou, ou seja, se converteu em um seguidor da Palavra, e se manteve em santidade, em pureza, merece todo o valor. Ainda que, antes da mudança já tenha experiências sexuais. Aliás, é mais difícil manter-se distante do sexo pra quem já o conheceu.
      Lembrando: tudo o que eu disse é pra quem vive segundo a bíblia. Caso contrário, sinta-se livre para agir de acordo com suas convicções pessoais. Virgindade e frequentar igreja não são provas de bom caráter. Santidade é. E essa é difícil de se ter. Ser um cristão, ou seja, uma pessoa que imita o modo de ser do Cristo eem TUDO é muuuuiiito difícil! Digo por experiência própria. Não consegui até hoje… rs

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  • CA

    Bom, pode pensar o que você quiser, porque isso não é problema meu. Mas sempre deixei avisado: Qualquer mulher que não fosse virgem, que ficasse muito longe do meu caminho. Aliás, de preferência qualquer mulher que já namorou/beijou outros caras. Da mesma forma como você tem direito de escrever esses seus textos impregnados das ideologias ”feministas” (feminazis), eu tenho direito de mantar gente como você longe de mim.

    • Igor Rocha

      O seu comentário foi o mais sensato que li até agora.

  • Igor Rocha

    Há coisas que podemos relativizar, infelizmente virgindade não dá para fazer isto – para o infortúnio das que não são mais virgens. Simplesmente é IMPOSSÍVEL perpetuar uma união saudável com uma mulher que já teve passado sexual. Primeiro porque ela já compartilhou o sangue dela com o de outro homem – em essência já não é a mesma pessoa, segundo que ela vai guardar a primeira relação para o resto da vida – e para mim até a eternidade já que sou cristão, terceiro que ela não teve e nem tem projeção de vida por ter feito isto (burrice).

  • Midian Placido

    Olha pra mim é muito importante, vc não faz ideia como isso pra mim é muito importante lógico que tive doutrina religiosa, pais um pouco rígido e mas tbm é questão de querer. Eu pretendo e quero me casar virgem sim e quero ter um casamento magnífico onde eu estarei bem aliviada realizada que será tudo novo pra mim. E casar virgem é um sonho desde pequena!
    E não me arrependo de não ter a festa de 15 anos até por que não vejo graça nenhuma, e a menina não se torna mulher quando faz 15 anos os pais faz aquela toda aquela festa magnífica, eu não vejo magnífico nisso, a menina simplesmente faz seu 15 anos e continua na aba dos pais rs, e não se torna mulher não é uma festa que muda isso. Já o casamento vale a pena sim fazer essa festa toda desde que a menina seja virgem porque é tudo é a primeira vez :
    Primeira, porque eu vou sair da aba dos pais digo não vou mas viver mais embaixo da sai dos meus pais, onde terá uma nova família onde eu irei compartilha a vida a dois (eu e o meu esposo).
    Segundo, o cara que eu estarei me casando será o meu primeiro, o cara vai saber …e ai sim tornarei uma mulher. O casamento não tem graça sabendo que vc já sabe experimentou antes de casar, como fica o casamento se já não é sua primeira vez aquilo não é novo pra vc e a lua de mel tbm não é novo pra vc.
    No fundo vcs todas sabem disso, só não admitem, vcs fazem sexo por fazer e não querem ter compromisso.
    Pra mim é uma perca total não existe o 2° sonho ser como o primeiro sonho, ou 3 terceiro ser como o 1° sonho e vice- versa, presentes que já foram abertos não tem graça, me desculpa, não tem!
    Além da virgindade eu levo muito a sério o beijo que eu ainda não dei, eu nunca beijei sou bv até hoje e não tenho vergonha de dizer isso , o beijo não deve ser dado assim só por ser dado , o beijo deve ser dado com amor, sentimentos envolvidos por mais que vc gosta da pessoa tem que conhecer 1°, deve conhecer e ser amiga isso é muito importante pra mim também não quero beijar alguém sem ter certeza se ele gosta de mim e qual as intenções dele por mim, sem chance nunca vou perder meu bv numa ficada , acho isso tão ridículo. Por isso que até agora eu nunca beijei eu não encontrei alguém que me ama o suficiente, que ambos estejam na mesma sintonia.
    Eu acho que todo mundo tem o direito de ser feliz, mais quando se trata de um sonho de uma virgem vcs são os primeiros ri e acha que todo mundo tem que ser a igual, só que não é bem assim, eu tenho meus pensamentos eu tenho a minha própria personalidade.
    NÃO IMPORTA O TEMPO QUE FOR, EU TENHO 24 ANOS E ME ORGULHO DE SER VIRGEM E BV!!!
    #Eu_escolhi_esperar