Entrevista com um homem que curte SCAT: uma prática ainda pouco compreendida por muitos.

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Léo Scat é jornalista, repórter e apresentador de TV. Tem 33 anos, é casado e não tem filhos.

Ele aceita conversar com as pessoas pelo skype [email protected] e disse que, após conhecer as pessoas no skype, para aqueles que forem sérios, poderá abrir seu perfil real nas redes sociais. Quem quiser adicionar o perfil de scat dele no Facebook é: https://www.facebook.com/leon.scat

OBS: Pessoas que forem ler, preparem o estômago, mas prometo que terão algumas partes bem engraçadas, fora informativas, nessa entrevista!!! Cá para nós, falar de cocô pode parecer nojento, mas é engraçado também. Pode me chamar de doente, mas eu pelo menos morro de rir com algumas coisas (a mongolóide, rsrs!)!!

Enfim, vamos à entrevista:

Entrevista com um praticante de SCAT

** Boa tarde, muito obrigada pela entrevista! Não me bate, mas eu deixei para almoçar antes dessa entrevista, porque sabe como é, não estou tão evoluída quanto você nessa parte e meu estomagozinho pula de falar nesses assuntos! Porém, como a minha curiosidade é maior do que tudo, bora fazer essa entrevista até o final!!!

** A pergunta que não quer calar: por que cocô? Não podia ser xixi, não? Sei lá, acho polêmico igual, mas pelo menos fede menos, rsrs!! Enfim, como você descobriu esse gosto pela coisa?

Bem, vamos lá. Algumas pessoas, ao longo da vida, passam a gostar de scat por diversas razões. Freud, o pai da psicanálise, diz que esse fetiche se dá em algumas pessoas por não terem tido uma boa transição da fase anal para a sexual ou fálica. Explicando: segundo Freud, a criança tem do 1º ao 3º ano de vida a fase anal, em que o controle dos músculos do reto – esfíncter – é a grande sacada. Quem tem fixação nessa fase, pode desenvolver o gosto pelo scat. Segundo a Wikipedia: “Desse modo, as polaridades entre erotismo/sadismo, expulsão/retenção das fezes são expressas em conflitos relacionados à ambivalência, atividade/passividade, dominação, separação e individuação. Excesso de ordem, parcimônia e obstinação são traços característicos do caráter anal. Ambivalência, desmazelo, teimosia e tendências masoquistas representam conflitos oriundos desse período. Vários aspectos da neurose obsessivo-compulsiva sugerem fixação anal. Nesse estágio, os significados simbólicos de dar e recusar, atribuídos à atividade de defecação, são condensados por Freud na equação: fezes=presente=dinheiro.”

No meu caso, a parte do presente é válida. Mas acho que, em mim, isso é inato, ou seja, de nascença, pois não me recordo de nenhum episódio que tenha ocorrido na minha infância e que tenha feito eu gostar de cocô. Simplesmente descobri, logo quando criança, com 8 ou 9 anos, que adorava bunda, cheiro de bunda e cheiro de cocô. Eram coisas que me excitavam e me deixavam de pipi duro. Na infância, cheguei a cheirar a bunda de um amiguinho e só confirmei que realmente tinha tesão naquilo. Aí, quando fui crescendo, cheguei a pegar, na escola, papéis higiênicos sujos em banheiros e adorava cheirar e lamber. Tesão máximo! E, crescendo mais, obviamente o tesão, junto com a sexualidade, desloca-se para a outra pessoa. E passei a ter uma busca incessante para encontrar uma mulher que gostasse de fornecer o cocô e me deixasse cheirar o cu sujinho, suadinho. Antes que você me pergunte, minha mulher não gosta e não pratica o SCAT. Mas sempre soube do meu fetiche. Logo, cabeça aberta que é (até por isso estamos juntos há mais de 10 anos), sempre permitiu que eu procurasse quem gostasse da prática, para também me realizar e ficar feliz. E antes que pergunte (parte 2), não foi tão difícil eu contar pra ela. Abri o jogo com mais ou menos 3 anos de relacionamento. Achei melhor ser honesto e sincero. Ela disse que respeitava, que não gostava e que permitia que eu procurasse alguém para me realizar nessa parte. Mas que ela seria muito feliz comigo, pois o importante era que estivéssemos juntos. E assim é até hoje. Temos quase 4 anos de casados e quase 10 juntos. Gente, cabeça aberta é isso. É quem ama e não julga, não acha que ninguém é louco por ter um fetiche sexual diferente.

** E chuva amarela, o que você acha?! Gosta? Já fez?

Não gosto de chuva dourada, apenas do tradicional banho marrom mesmo. Até porque, justamente o que espanta muita gente no banho marrom é exatamente o que me atrai: o cheiro. É a coisa que mais me excita.

** Uma pergunta que sempre quis saber desde criança, mas nunca tive coragem para tirar a prova dos 30. Que gosto tem o cocô? rsrs. E nem precisa falar que é gosto de merda, porque isso eu já sei!! Tipo, lembra alguma coisa, comida podre, sei lá? Também dizem que o cheiro da coisa interfere no sabor, logo, será que se comer cocô sem cheirar seria “mais gostoso”? kkkk

As fezes são formadas pela digestão dos alimentos no estômago, passam pelo fígado, recebem substâncias como a bile rubina e bile verdina e, no intestino, terminam de ser processadas. A reunião destas substâncias, normalmente, produz um gosto amargo ao cocô. Mas, dependendo do que se come, já provei até cocô adocicado. Mas, eu prefiro os de tonalidade marrom escura e mais durinhos, pois são os com melhor cheiro e sabor. Não gosto de muito pastoso, nem marrom claro ou amarelado. Diarreia, muito menos. Pois no scat, gosto de cheirar o cocô, lamber e passar no corpo. E esses são ruins para isso (pelo menos para mim). Para que o cocô saia da forma como queremos, também é possível induzir o organismo a produzi-lo. Por exemplo, um cocô mais durinho e marrom escuro pode ser conseguido com a ingestão de massas e muita salada, que é formadora do bolo fecal com as fibras. Logo, alimentem-se bem e suas fezes serão lindas! hehehehe

** As pessoas que tem esse fetiche costumam gostar de fazer como: elas sempre comem, raramente comem? Ou gostam mais do cheiro, enfim?

Cada um tem um gosto. Tem gente que gosta de cocô, xixi, vômito e até tudo misturado, cuspe também. Tem gente que gosta de pegar, tem gente que gosta só de ver a pessoa fazendo, tem gente que só fornece (faz) e tem gente que só recebe (meu caso – receptor). Eu, particularmente, adoro cheirar, lamber e esfregar no corpo. Não gosto de engolir, mas muita gente gosta. Para mim, do jeito que falei é o ideal. Tendo também um cuzinho fedidinho para cheirar ou mesmo peido, é uma delícia. hehehe

Apesar de tudo, tem que ficar bem claro para as pessoas que o scat, para mim, é também um componente sexual. Ele dá tesão, excitação, para, também, fazer o sexo normal com a parceira. Ainda que muitos considerem esse um tipo de sexo sujo. hehehehe

** A propósito, esse negócio de fezes, quando aproximadas da vagina da mulher, podem causar infecções sérias por bactérias. Como é feita a higienização? Se é que tem como! Se não tiver como, nunca aconteceu de uma mulher que você transou ter que tomar antibióticos depois do fetiche?

Sim, a proximidade das fezes com a vagina pode ser perigosa. Assim como a ingestão. Por isso, não engulo. Se engolir, tomo vermífugo, que já ajuda no combate a possíveis doenças. Quanto à saúde da mulher, procuro sempre manter o distanciamento da vagina com as fezes. Por exemplo, gosto de esfregar as fezes no pênis, mas se faço isso, lavo antes de transar com a mulher, desinfeto e, claro, uso camisinha. Esfregar diretamente as fezes no clitóris da mulher não está entre meus fetiches e, também por uma questão de saúde, jamais faria isso. Mas, por via das dúvidas, tomar um vermífugo após uma sessão de scat é sempre recomendável. E, antes que me pergunte (parte 3), para tirar o cheiro depois do scat dou algumas dicas em meu blog. Passar vinagre, leite de colônia ou uma mistura de álcool com cravo da índia são algumas possibilidades.

** Acredito que mesmo assim, tomar vermífugo não seria algo 100% eficaz. Sem contar que, ainda que a pessoa não tenha nenhuma doença de fezes, as próprias fezes em si – mesmo saudáveis – contém vários elementos perigosos que são inerentes a elas. O que você pensa e faz a respeito?

Vi uma entrevista certa vez, no Jô Soares, de um doutor que falou sobre o uso das fezes em tratamentos de saúde. Queria ter achado o link, mas não encontrei. Antigamente, quando a pessoa tinha uma disfunção estomacal, faziam a sopa amarela, que era sopa de cocô saudável. Davam para o sujeito com problemas e ele ficava curado. Ou então, injetavam-se fezes saudáveis no intestino da pessoa para que estas bactérias boas agissem no organismo e curasse a pessoa. Ou seja, o cocô tem bactérias boas e ruins. Se eu fosse pensar nisso racionalmente, jamais gostaria de scat. Nesse caso, o fetiche sempre falou mais alto. Mas, graças a Deus, até hoje nunca fui acometido por nenhuma doença. Basta se higienizar bem após a prática, limpar e desinfetar e, qualquer coisa, tomar um vermífugo. Sou plenamente saudável e espero continuar sendo.

** Interessante, não sabia dessa função terapêutica das fezes! A propósito, há comunidades pelo mundo que comem cocô como parte da cultura deles, não tem?

Não conheço isso exatamente, mas, se havia a sopa amarela, com certeza, deve ter quem faça isso como um traço cultural, assim como beber urina. Para mim, não representa cultura e sim sexo. Mas deve ter sim, quem veja isso como parte de uma cultura.

** Você já pediu calcinha freiada para alguma mulher, só para ficar como brindezinho pelo dia?

Nunca pedi, mas já cheguei a levar o cocô de algumas para casa, num pote, só para me deliciar depois, quando desse vontade. Claro, no mesmo dia, pois a “validade” do cocô é bemmm curta! hehehehe

** Como as mulheres reagem quando você conta sobre esse fetiche?

Bem, essa é a parte mais complicada. Na realidade, nenhum “scater” (nome dado a quem pratica o scat) sai por aí falando a torto e a direito que gosta de cocô. Nem para qualquer mulher. A busca por parceiros(as) se dá em redes sociais e clubes de fetiches. Se bem que até muitos fetichistas têm preconceito com relação ao scat. Bom, depois de (raramente!!!) encontrar parceiras que pareçam ser realmente confiáveis e legais (no sentido de não serem apenas curiosas e sim pessoas que gostam mesmo da prática, que sentem prazer com isso), aí nos vemos na câmera (para assegurar que a pessoa existe de fato) e marcamos um encontro. Então, não se fala para qualquer pessoa que se gosta de scat, mas sim, já nos direcionamos para encontrar pessoas que gostem. Assim, quando há um encontro, já é com esse intuito, com esse propósito e não algo de ocasião. Mas, infelizmente, gente curiosa é o que mais existe. Muita gente séria vem na internet, diz que gosta, marca encontro e, no dia, por medo ou vergonha, some, não vai e te exclui das redes sociais e dos canais de comunicação. Para fazer scat, é preciso AMAR, gostar muito e ter CORAGEM para assumir isso e para efetivamente praticar.

** E você já converteu alguma mulher que disse “meu cocozinho, você jamais verá!” a fazer a prática, ou seja, você já “desvirginou” alguma mulher nesse fetiche? E ela gostou? Como foi? Rsrs

Nunca converti. Não sei se é por falta de habilidade minha ou não, mas quem diz que não gosta, não gosta e ponto. Sempre respeitei isso. E sempre que tentei e levei um não, fiquei na minha. Por isso, sempre vou em busca de pessoas que já gostem disso. Mais fácil para ambos.

Entrevista com um praticante de SCAT

** Uma vez um homem que curte scat disse algo que me chamou atenção. Ele disse que gosta disso porque, entre outras coisas, é o que de mais íntimo há em uma mulher e que isso é excitante. O que você pensa a respeito?

Penso exatamente igual. Fazer cocô é algo que o ser humano faz de modo reservado. As mulheres têm muitos problemas de intestino preso por causa disso. Só sabem fazer cocô no banheiro de casa. No serviço, nem pensar. “E se alguém entra no banheiro depois e sente o cheiro do meu cocô? Puxa, que vergonha”. Nesse aspecto, os homens são bem mais diferentes, não ligam pra isso e fazem suas necessidades em qualquer lugar. Para mulher, fazer cocô de porta aberta então, improvável. Por isso, o cocô realmente é a coisa mais íntima que há numa mulher, inclusive o cheiro dele. Assim como o cú, que também é fetiche de muitos homens (sexo anal). E por quê? Porque o ânus é a única parte do corpo humano que não é visível. Fica escondida no meio das nádegas e você tem de abrí-las para vê-lo. Tudo que fica escondido sempre é mais íntimo. Por isso também a tara de muitos homens pelo sexo anal.

** Desculpe a minha ignorância, mas você consegue sentir algum “perfume” no cocô, ou você sabe que fede mesmo e isso é parte do que te excita?

O único perfume é o fedor mesmo! Hehehehe. O que não sei é o que acontece no meu cérebro, como ele processa a informação de estar recebendo cheiro de cocô e achando isso bom e excitante em vez do perfume. Vai ver, nasci com um parafuso a menos (hahaha). Mas é justamente isso que me excita; saber que você vai sentir o cheiro de uma mulher que ninguém sente (às vezes nem ela mesma – dá descarga rapidinho e pronto!). Saber que é fedido me excita sim, mais!

 ** A propósito, já aconteceu de uma mulher ter acabado de sair do banheiro e ter feito o número dois e você ter ido lá só para ficar cheirando? Rsrs

Ponto para as meninas! Sim, já aconteceu e muito! E ainda hoje, sempre que dá faço isso. E ainda procuro o papel para cheirar o cocô em si. O problema é quando elas limpam e jogam o papel na privada, junto com o cocô. Aí não sobra nada. Mas isso é errado do ponto de vista ambiental e ninguém deve jogar o papel na privada e sim no cesto que existe pra isso, oras!

** E quando você vê aquele cocozão nojento na privada, que todo mundo sente vontade de vomitar, o que você sente?

Prazer. Quando você usa a palavra “nojento” na sua pergunta, você já está colocando um juízo de valor subjetivo. Para você, o cocozão é nojento; para mim é uma delícia. Eu fico imaginando qual foi a bunda que fez aquilo. Que se pudesse, cheirava aquele cu e aquele cocô e lambia eles todinhos.

** Outra pergunta que não quer calar: como você consegue mulheres para fazer isso? Há quem diga que é difícil encontrar, inclusive GPs, que façam essa prática, e quando elas fazem elas cobram mais caro. É verdade?

Como falei, investigo e fuço nas redes sociais. Realmente, é uma raridade achar uma mulher que curta de verdade. Mas já achei sim. Mais de uma. E os contatos guardo às sete chaves para que eu possa sempre permanecer com elas. Com algumas, perdi o contato mesmo, sumiram. Com garota de programa, se procurar direitinho, acha quem faça sim. Mas cobram mesmo mais caro. Eu não curto, pois elas fazem apenas pelo dinheiro e não têm nenhum prazer no scat. Para mim, scat é algo tão íntimo e tão gostoso que tem de dar prazer para mim e para a parceira. O tesão aumenta ainda mais quando vejo na cara da parceira o prazer dela em me dar o cocô e em me sentir cheirando seu cú.

** Agora que você disse que faz questão de procurar mulheres comuns e que amem esse fetiche tanto quanto você, me diga uma coisa com sinceridade. Você já pensou em se separar da sua mulher para viver com uma dessas que te fazem viver esse seu fetiche em plenitude? Para ficar o dia inteiro trocando bosta, rsrs.

Olha, claro que já pensei. Mas viver com uma pessoa não significa apenas a parte sexual. Claro que isso tem uma porcentagem importante no casamento. Mas também é preciso que os perfis se combinem, que os “gênios” batam. O sexo é uma das partes. Se eu encontrasse uma mulher que gostasse de scat e ainda tivesse traços de personalidade em comum com os meus, aí realmente eu avaliaria com seriedade. Mas, como até hoje nunca encontrei alguém assim, não posso falar somente por hipótese. Se acontecer um dia, eu te procuro e te conto. 😉

** E quando a mulher topa fazer, como fica? Ela tem que ficar um tempo lá se concentrando e você fica embaixo, ou como é?!  Sei lá, até sozinho a gente precisa de concentração, quem dirá acompanhado com alguém tirando a nossa concentração, rsrs.

Algumas têm mais dificuldade de cagar na cara ou na boca de alguém. Outras já são mais fáceis. Isso varia de pessoa para pessoa. E não se deve pressionar ninguém. Tem que esperar o tempo certo. As que têm muita dificuldade, pedem para eu enfiar o dedo no cuzinho e tirar com a mão. Mas, de modo geral, elas fazem em minha boca, agachadas sobre meu rosto. Como eu também amo cheirar cu, quando cheiro, estimulo a pessoa que acaba até ficando mais relaxada.

** Qual é a importância desse fetiche na sua vida?

É extremamente importante. Diria até fundamental, porém, como sou casado com uma mulher que não gosta, realizar isso de tempos em tempos é preciso, senão a gente não aguenta. Penso nisso todo dia, quase o tempo todo. E como é raro achar mulher que goste mesmo, gera uma tensão e uma angústia às vezes. Então, você tem de pegar essa energia e canalizá-la para outra coisa. Como eu trabalho muito, jogo tudo no trabalho e dá certo. No fim do dia, estou tão exausto que quero só ver minha cama e capotar.

** Você poderia falar mais sobre comunidades específicas para a galera que curte SCAT? Se sim, você indicaria lá como um lugar para encontrar relacionamentos sérios?

Existem algumas coisas a respeito no Facebook e um site para fetichistas que se chama Fetlife. Esse site é mais sério, pois há pessoas do mundo todo que se unem para encontrar praticantes dos mais variados fetiches. Como é internacional, tem mais credibilidade. Já o Facebook tem pouca coisa e nada muito sério. Até pela política do site que não permite coisas assim muito claras sobre pornografia, quem dirá scat. Então, por aqui, é difícil achar relacionamento sério. Algumas vezes, costumo abrir uma sala no bate-papo do UOL com o nome de “Scat, cocô, peido”. Também tem muito curioso. Se peneirar bem, um ou outro contato vale a pena. Mas é um em cada mil. Enquanto as pessoas não abrirem suas mentes e se livrarem de tabus, sempre será difícil achar relacionamentos sérios para essa prática na internet.

** Teria mais alguma coisa polêmica que você curte fora esse fetiche? Eu não acho que tenha relação, mas tem gente que pensa que esse fetiche tem relação com vômito, cuspe, e outras coisas que a sociedade considera nojentas. Ou tem relação e eu não sei?

Não tem relação, não. Tem gente que gosta, mas eu não associo o scat a nada disso. Gosto apenas de cú, peido e cocô. E nada mais. E acho que já tá de bom tamanho né! hehehehehe

** Por fim, você teria alguma dica para dar para quem gosta da prática e tem vergonha de assumir, e até mesmo de realizar esse fetiche?

A primeira coisa é a pessoa assumir pra ela mesma que gosta. Se marcou um encontro, tome coragem e vá. Experimente. Se assuma como você é. E goste de você mesmo. Isso é o mais importante. Nós temos de gostar de nós mesmos em primeiro lugar, antes de querer que outras pessoas gostem da gente. Outra coisa: SE BASTEM! Tem muita gente que é carente, precisa sempre de alguém ou estar com alguém. Esse é um erro grave da sociedade em geral. Aprenda a viver e a estar sozinho. Aprenda a não depender do amor de ninguém. SE BASTE! Isso ajuda muito quando você começa a se questionar sobre namoro, casamento, etc. E quem gosta da prática, que tome consciência para assumi-la para você mesmo. Fora isso, ninguém vai ficar falando por aí que curte um cocô. Só se perguntarem e mais para pessoas que já saibam do assunto em encontros.

** Mais alguma consideração final?

Sim. Quero aproveitar o espaço e deixar meus contatos. Para quem quiser saber mais sobre a prática, acesse meu blog http://scatsexo.blogspot.com. Não é sempre que consigo atualizar, mas já tem um material bacana para quem curte dar uma olhada. Também quero deixar meu Skype [email protected] para quem quiser entrar em contato comigo. Desde encontros até tirar dúvidas ou mesmo papear.

Para quem for sério mesmo, revelo minhas identidades verdadeiras. Mas isso só com o tempo que a gente amadurece nas conversas via Skype. E para finalizar, quero dizer que ainda vou realizar, um dia, o sonho de abrir um clube só de scat, assim como existem clubes fetichistas em São Paulo. Um dia, erguerei o Scat Club Brasil! Quem viver, verá! Hehehehe. E, para terminar, quero dizer que possuo uma coleção de vídeos de scat, com mais de 5 mil itens e que, quem quiser conhecer, podemos marcar um encontro também.

** Muito obrigada pela entrevista e me desculpe minhas perguntas idiotas, mas é porque não tinha como não perguntar, se não iria morrer de curiosidade!! rsrs

Quero agradecer o espaço dado por um blog tão bacana como o seu para esclarecimentos acerca da prática do scat. Muita gente tem dúvida e tem vergonha de perguntar. Então este espaço é fundamental para esclarecimentos e, claro, para a divulgação do tema. Obrigado!

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About Author

Luiza Costa

Brasiliense morando em Curitiba. Escritora, blogueira, youtuber. Espero te encontrar todos os dias nas redes sociais pra que possamos debater os mais variados temas e crescermos juntos.

  • Olá Luiza..
    Nossa que nojo…
    Pensei ser uma entrevista de assunto sobre privadas e coisa e tal, mas falou literalmente sobre cocô quais me embrulhou o estômago.
    Cada qual com seus gostos esquisitos.
    Grata por compartilhar e você bem que avisou, eu que sou muito fresca….
    Um excelente dia e que esta semana seja superlotada de muitos acontecimentos e de alegrias
    Um braço afetuoso.
    ClaraSol.

    • Essa é o típico assunto que a gente não aguenta, mas lê até o final, né? Eu sempre tive curiosidade para entender pessoas diferentes de mim e sou muito grata ao homem que cedeu essa entrevista e foi sincero com a gente. Só que confesso que também mexeu comigo, fiquei um bom tempo perturbada hehe

      • Jonas Nunes

        Não existe nada mais lindo, prazeroso, gostoso, perfeito do que ver uma mulher fazendo cocô, pelo motivo e fato de ser tão intimo é que faz ser tão belo e tão gostoso. Amo sentir o cheiro de fezes de mulher, é simplesmente DIVINO!!!

        • Tiago Ribeiro

          vai se tratar seu doente mental..nao tem coisa melhor voce pegar amulher limpinha e fazer sexo gostoso.. o cu foi feito pra cagar e se limpar a bunda e nao fazer essas coisas

          • Guilherme

            Calma fera. hahahaha.
            Não é algo que eu goste ou sequer pense em fazer, mas respeito é sempre bom. Não é pq é uma forma diferente da que vc considera “normal”, que é doença. Respeite para ser respeitado.

          • Lucas Trainini Zeni

            Dá pra ver o quanto de respeito as pessoas têm sobre algo diferente do que elas gostam. Vamos melhorar, né. Sempre faz bem ao mundo.

        • Alguro HellBlacksmith

          vc e doente

  • Brito

    Li um pouco e desisti , não sou madura o suficiente pra tanta polêmica , parabéns pela coragem de publicar algo que não é do gosto da grande massa. Post polêmico #sagaz
    Parabéns a Luiza *:

    • Alguro HellBlacksmith

      parabens por essagrade bosta de post? reveja seus conceitos

  • Léo Scat

    Olá amigos! Sou Léo Scat e fui eu quem concedeu a entrevista. Primeiro, gostaria de agradecer à Luiza por dar espaço a um assunto tão controverso e sobre o qual as pessoas têm muito receio de falar. Ela foi corajosa e ousada de publicar uma entrevista com este conteúdo em seu site. Quero reforçar aos amigos que estão lendo que coloco-me sempre à disposição para outros esclarecimentos particulares ou dúvidas sobre o tema. O mais importante desta entrevista é poder levar as pessoas à reflexão, para que todas admitam que os seres humanos são criaturas diferentes entre si e contribuir para a formação de uma sociedade menos conservadora, mais evoluída e desprovida de preconceitos. Obrigado!

    • Aline Ferreira

      Léo,a sua mulher beija sua boca? Ou ela só acha que você cheira e não dá uma degustadinha?

      • ana flavia

        tbm queria saber viu….. e ela acha normal vc “transar” com outras mulheres???
        por mais q eu goste de uma pessoa, não aceitaria isso (minha opinião)

        • Aline Ferreira

          Eu tb não sei se aceitaria uma traição. Mas aceitar uma traição, para mim, seria mais fácil do que aceitar que o meu parceiro curta beijar o bumbum e comer o coco de outras mulheres. Cadê a autoestima dessa moça? Talvez só conhecendo mesmo para entender…com certeza tem muito mais que amor $$$$$ nisso ai. E hoje em dia é assim mesmo, infelizmente.

          • Sophie

            Tem sete bilhões de pessoas no planeta. Setenta pessoas já é bastante
            gente diferente entre si, imagina sete bilhões. A esposa dele não precisa ter
            baixa autoestima ou ser intere$$eira, ela é só uma pessoa diferente de você,
            com os valores dela, com a criação dela, que ama da forma dela. É um pouco
            prepotente (além de completamente ilusório) acharmos que sete bilhões de
            pessoas só podem amar (ou só podem existir) com sinceridade e felicidade se
            fizerem isso da forma como a gente faz.

          • Aline Ferreira

            Boa tarde Sophie, existem pessoas diferentes sim, concordo com vc. Com todos os seus valores, crenças, morais, assim como eu e você, com opiniões diferentes. Se vc for a mulher dele, meus parabéns. Se você aceita uma traição, tudo bem. Se você aceitaria que seu parceiro fique cheirando o bumbum de outras mulheres, e comendo o que sai dele, ninguém não tem nada a ver com isso. Mas é indiscutivel o fato da moça aceitar isso. Mas eu não sou ninguém para julgar. Mas como vc mesmo disse, não podemos achar que todo mundo faz as mesmas coisas que a gente faz. Todos têm suas fantasias loucas, o Leo expôs a dele, e tem esse espaço para discussão mesmo. Beijos

          • Léo Scat

            A Sophie não é minha esposa, mas disse exatamente o que ia dizer. Acho que amor vai muito além do corpo. Traição não é transar com outra pessoa, isso é algo que a sociedade sempre propagou muito. Considero muito mais traição uma pessoa que trai sua confiança, puxa seu tapete no trabalho, por exemplo, te apunhala e fala mal de vc pelas costas para outras pessoas, para seu chefe. Isso sim é traição! E das grandes! Muito menos minha esposa é interesseira, já que sou tão assalariado quanto qualquer um de vocês aqui. Ela tb tem o trabalho dela. Longe de sermos abastados, mas conseguimos pagar nossas contas com muita luta. Sim, ela me beija na boca e repito, meu hálito não fica prejudicado pela prática. Considero minha esposa alguém de grande maturidade e poder de compreensão. Nunca teve baixa autoestima e sempre fomos felizes a nosso modo. Nunca traímos a confiança um do outro. Isso sim, é ser um casal feliz e não feito de aparências. E só não sou mais feliz porque, infelizmente, ainda é muito difícil encontrar parceiras no scat. No mais, amo minha vida, amo minha esposa e amo minha família.

          • Luiza Melo

            Ola Léo, adorei a entrevista ! Apesar de não me identificar com a prática, a respeito bastante e admiro sua coragem em abordar um assunto tão polêmico mas que pode abrir a mente de tanta gente!
            Concordo com você quanto ao fato de que suas necessidades não podem ser consideradas traição e também admiro muito sua mulher por não te julgar, como muitos aqui parecem fazer.
            Entretanto, fiquei com uma pulga atrás da orelha… O SCAT, de alguma forma, prejudica sua relação SEXUAL com sua esposa? Quero dizer, pelo fato da mesma não praticá-lo, sua libido por ela é abalada? E a prática do ato é menos frequente, ou continua a mesma?
            Se isso for muito pessoal, não precisa responder, é que fiquei curiosa, rs.

          • Léo Scat

            Bom, Luiza, como estamos juntos há mais de 10 anos, um desgaste sempre é natural nesse sentido, independentemente da prática. No entanto, quem tem tesão na prática que eu tenho, fica muito mais elétrico ao realizar a prática. Ou seja, sim, a libido para o sexo convencional diminui e perde um pouco da graça, digamos assim. Mas, como disse, o amor é muito mais do que o sexo. Depois de 10 anos juntos, também importa a amizade, a parceria, o companheirismo, coisas que estão solidificadas já. Mas que a prática sexual com scat é uma (muito mais orgásmica) e sem é outra, isso sem dúvida. Muda bastante sim.

          • ana flavia

            ela também transa com outros homens???

          • Léo Scat

            Não sei se transa Ana. Se o faz, não me diz. Mas tb nunca proibi, já que, o mínimo que posso fazer, é dar a ela a condição de igualdade nesse quesito, já que ela me dá tal liberdade.

          • Paulo

            Léo, acredito plenamente no que você escreve sobre o super relacionamento que você tem com a sua mulher. Amor transcende essas pequenices que alguns nomeiam de “traição” outros de falta de sanidade mental, e por aí vai ……. Meus parabéns pelo seu relato corajoso!

          • Jacqueline

            “…Amor transcende essas pequenices que alguns nomeiam de “traição” … ”
            Se um casal escolhe ter relacionamento aberto, não há traição. O problema é que a maioria diz que ama a pessoa, que aceita um relacionamento monogâmico, e no final, arruma amante (homem ou mulher) ou passa a ter relações sexuais com um e outro por aí. Nesse caso, pra mim, é traição sim e não é uma pequenice de jeito nenhum, pq é uma quebra do acordo feito, da confiança, e se o casal tiver filhos, traz consequências nefastas para estes tbm.

          • Paulo

            Parabéns, Sophie! Vejo que nem todas as mulheres são desprovidas de intelecto e de emoções, como essa, desprezível Aline Ferreira.

          • ginger

            Como a Sophie disse, existem inúmeras pessoas no planeta.
            Não sou mulher do Léo, cheguei ao blog por uma entrevista sobre SM, prática a qual sou adepta juntamente com meu marido.
            Meu marido é poliamoroso, sempre foi, mesmo muito antes de me conhecer. Ele se relaciona com outras mulheres normalmente. Veja bem, não digo que ele transa com outras mulheres, ele realmente se relaciona com elas. Uma delas está “conosco” há 1 ano.
            Como o Léo disse durante a entrevista, “antes que me perguntem”, não, eu não sou lésbica ou bissexual. Não, eu não aceito pra tirar “proveito” junto.
            Aceito porque é como ele é, e se eu amo ele, amo ele por inteiro, inclusive a “necessidade” de se relacionar com outras mulheres. Não aceitar isso é me iludir achando que eu amo alguém que na realidade ele não é.
            Se pra você basta o tipo de relacionamento padrão imposto pela sociedade, regido pela monogamia e “papai e mamãe”, ok. É seu direito gostar e viver isso. Ninguém vai apontar o dedo para você e dizer nada a respeito. O mínimo que se espera dentro do mínimo de educação que qualquer pessoa deveria receber no mundo é “respeito”.
            Podem haver mil motivos que levem a mulher dele a aceitar isso, mas cabe apenas a ele observar e distinguir qual é.
            E me desculpe se parecer grosseria de minha parte, mas problema de auto estima ao meu ver tem quem prefere podar o prazer do parceiro (aquele que essa mesma pessoa diz amar) por preconceitos mesquinhos e egoístas.

          • Paulo

            Como você é pouco provida, intelectualmente falando, e não respeita aqueles que sentem e pensam diferente de você! Que serzinho baixo, bagaceiro e diminuto você é, Aline.

        • Junior

          Deixe de ser imbecil e não faça pergunta desnecessária.
          Leia a entrevista toda e terá a resposta pra essa pergunta e muitas outras.

    • ginger

      Não sou praticante de scat, e realmente acho complicado quem não compartilha deste fetiche entender a motivação dele ou ao menos como ele funciona, mas com certeza compartilharei este link a praticantes que eu venha a conhecer.
      É complicado ter coragem de assumir algo assim, publicamente, mesmo utilizando um nick, mensagens de critica em retorno são inevitáveis. Já “sofri” muito com isso por conta do BDSM, mesmo sendo algo mais “aceitável” do que scat e outras práticas.
      Acho importante expor fetiches, sejam eles quais forem. Não com o intuito de conseguir novos adeptos, como você mesmo comentou na entrevista, mas puramente para desmistificar algumas coisas e conseguir ao menos ganhar algum respeito.
      Parabéns pela coragem de falar sobre um assunto tão “mal visto”!
      Parabéns ao blog, por abrir espaço a isto também!

    • Kamila Kotoe Gōruden

      Oi leo … Tem como agente se falar pfv me chama no WhatsApp se der 92992196835

      • Léo Scat

        Oi Kamila. É o Léo, td bem? Não uso whats… vou pedir pra vc me add no skype: [email protected] ou me add no face: https://www.facebook.com/leon.scat Um abração!

        • Carlos Mayer Neto

          LÉO SCAT! SE LER ESSA MENSAGEM, ME DÊ UMA DICA AONDE ME INICIAR NO SCAT! MORO NO VALE DO PARAÍBA E POR AQUI NÃO ENCONTRO NADA SOBRE ISSO! TEM ENDEREÇO DE ALGUÉM DE SÃO PAULO, CAPITAL? QUERO COM HOMENS! MUITO OBRIGADO E FICO NO AGUARDO!

    • Li

      Olá Léo , nunca fiz scat e apesar de ser louca por sexo e tentar sempre sperimentar coisas diferentes essa era uma pratica da qual sempre disse que nunca faria, há pouco tempo atrás conheci un rapaz que me contou sobre a vontade de fazer isso comigo, já fiz alguns vídeos fazendo coco pra ele et cada dia mais imaginar o tesao que ele vai sentir en me ver cocô fico toda molhada e sinto muita vontade já que sinto un tesao enorme por ele , gostaria de manter contato pois estou pesquisando et queria conhecer mais desse mundo, pois fantasiar é uma coisa conseguir fazer é outra completamente diferente.

    • li

      Olá Léo , vivo na Europa et sempre gostei de esperimentar novas mraticas de sexo mais essa era uma en que eu abominava e dizia q jamais faria, a pouco tempo conheci alguém que me revelou que gosta de scat fiquei confusa mais confesso que a idéia não me sai da cabeça e já fiz alguns vídeos fazendo coco pra ele e isso tem me exitado muito mais ainda não fizemos, todas as vezes que tenho um orgasmo a vontade de fazer xixi é incontrolável e fico imaginando que ele tem meu coco pelo corpo todo chego ao ponto de ter um orgasmo quando faço xixi ou coco.

      • Léo Scat

        Olá! Me add no skype [email protected] ou no Faceboo Leon Scat e assim conversamos melhor. Bjos

      • Alex

        Olá, eu tenho interesse em receber scat, irei para Europa, podemos fazer contato?

        • Alex

          me enviar email:

    • Mary

      Eu

  • Ahav

    Pra ser sincera ao mesmo tenho q eu acho nojento , acho q tem algo excitante …:p mas acho que não teria coragem de fazer minhas necessidades na car de alguém .

    • Léo Scat

      Nojo e excitação são duas faces distintas de uma mesma moeda… quase como amor e ódio… hehehehe

    • Alguro HellBlacksmith

      outra doente . pqp

  • Marcelo Torres

    Acho que é uma questão de gosto mesmo… Eu não curto e nem gostaria de ver alguém que curte se lambuzando de merda na minha frente (nem por vídeo).

    Discordo do Leo, quando dele diz que o não gostar é fruto de preconceito. Comer as próprias fezes (que, no meu ver, é dos males o menor) pode acarretar complicações desde infecção oral a hepatite, abscessos e outras doenças infecciosas… Imagine dos outros… Agora imagine o hálito da pessoa que tem este hábito…

    Preconceito, como o ato de conceituar algo que não se conhece, não é o caso para as pessoas que não gostam disto. Não preciso tomar uma dose de veneno de aranha marrom para saber que isto me fará mal, tenho a meu favor a ciência que faz estudos a respeito. E, acreditem, existem estudos sobre as pessoas que comem bosta…

    Eu não li toda a entrevista (não gostaria de ver o lindo chão da minha sala com tudo o que eu comi recentemente). Todas as vezes que vejo alguém com costumes fora daquilo que chamamos de “padrão”, me vem a vente que o hábito é apenas uma consequência de algo que pode ainda não ser conhecido. Como vi que Freud foi citado, numa tentativa de embasar o hábito, sugiro pesquisar Freud para explicar a origem deste hábito com uma profundidade maior. Me desculpe, mas me soou como pegar a Bíblia e procurar embasamento para sair matando os outros em nome de Deus (como foi feito no passado).

    Ok… Já dei a minha dose de radicalismo por hoje… No fim das contas, cada um come o que bem quiser e ninguém tem nada a ver com isso, né?

    • Léo Scat

      Olá, Marcelo. Acho ótimo o debate e gostei dos argumentos que vc se levantou. Citei Freud porque ele diz que esta parafilia (como se chamam os desvios sexuais do padrão) ocorre justamente por uma fixação na fase anal. Se pesquisar, encontrará coisas interessantes sobre o assunto. Também não disse que quem não gosta do scat é preconceituoso. Afinal, eu também não gosto de um monte de coisas e nem por isso tenho preconceito com elas. O que disse é que muitas pessoas são preconceituosas com quem realiza a prática. Por exemplo, você pode me achar absolutamente normal, uma pessoa bacana, culta, etc. Mas, muita gente, ao saber que gosto de praticar tal fetiche, com certeza passaria a me olhar de outra maneira, como uma pessoa esquisita ou mesmo inferior, mesmo eu sendo a mesma pessoa que teria ganhado elogios antes pela minha inteligência, boa educação, polidez, etc. Isso é que pretendo desmistificar. Não é porque a pessoa gosta de scat que deve ser vista com desconfiança, com olhares tortos, com comentários maldosos. A prática sim, obviamente, tem gente que gosta e gente que não gosta. mas as pessoas que a praticam não são piores nem melhores por isso. São todos seres humanos. E valores como honestidade, caráter, ética não estão atrelados a uma prática sexual. Só que muita gente coloca tudo isso no mesmo bolo. Quanto a meu hálito, te garanto que é extremamente saudável e muitas mulheres até já elogiaram. 😉 A prática em si não é algo nojento e repugnante. Basta que você seja uma pessoa higiênica na vida pessoal. Conheço gente que não pratica scat e é muito mais porca do que quem pratica. Um forte abraço.

      • Marcelo Torres

        Olá Leo.

        Bem, a sua citação de Freud apenas limitou-se a explicação do motivo. Mas o próprio Freud alerta sobre possíveis problemas quando há desvios no comportamento padrão. E eu sempre tenho uma “luz vermelha acesa” quando noto tais desvios, sempre me indicam que a pessoa tem algum problema (conhecido ou não). Mas, na minha opinião, se você vive bem e não se incomoda nem tem de se preocupar com isto.

        Quanto ao preconceito, eu havia entendido desde o começo, apenas coloquei de uma forma que sanasse esta possível interpretação de outra pessoa que lesse (e até te estimular me responder explicando, como o fez).

        Mas você está corretíssimo em suas colocações neste sentido. Não tem como misturar caráter e este hábito. Isto eu chamo de discriminação, o que não é correto.

        Quanto a prática não ser algo nojento, isto varia ao infinito, de acordo com o ponto de vista de cada um. Eu acho super nojento alguns países beber sangue de animal, ainda quente. Assim como eu acho super (ultra, hiper, mega) nojento a prática de scat. Como eu disse, vai do ponto de vista, embora esta prática não seja muito comum (em percentuais relacionado a população sexualmente ativa).

        E se você comer cocô todos os dias (sei que não é assim, pois você faz no ato sexual) isto vai produzir odores nada agradáveis, independente da sua higiene bucal e corporal.

        Fora, como eu disse antes, o risco de doenças graves.

        Abraço!

        • junior

          “que sanasse esta possível interpretação…” sei……

  • comendador

    podem falar o que quiser, cada um cada um, etc….. esse cidadão é perturbado.
    perturbado mesmo! daqui há um tempo pessoas irão falar que transam com cadáveres e os politicamente corretos, urbaninhos, veados, promíscuas e feministas vão vir aqui e dizer ok! cada um escolhe suas fantasias.. que isso gente???? que mundo é esse??? existe o jargão que diz que um homem só é considerado louco quando rasga dinheiro ou come mérda…. por favor… vamos dar uma segurada nesse liberalismo! aonde já se viu isso? todo mundo aqui bancando o moderninho apoiando o culto à mérda e ninguém ousa a dizer que esse cidadão está com problemas mentais ?????…. porra mas modernindade é isso??? jantar merda e cheiras cú fedido???? por favor hipócritas…. apresentem esse homem à suas filhas então….

    • junior

      Respeitar as escolhas do outros não é “bancar o moderninho”, é indício de maturidade.
      Só pq não curto que vou sair chamando de doente, falando que a pessoa precisa de tratamento, etc.
      Ele tem problemas mentais? ok, mas guarde pra vc isso.
      Com certeza ele não está interessado em ouvir isso.

    • Tiago Ribeiro

      estou com voce que isso cheira bunda come bosta haha eu rio disso esse cara e doido pertubado.. eu tava com estomogo cheio viro meu estomo quando entrei no site dele .. quando li essa merda toda rs

  • WEDER

    ESTE CARA PRECISA DE TRATAMENTO PSIQUIATRICO URGENTISSIMO.

  • Carolina

    Eu não tenho frescura, consegui ler até o final. É bizarro, mas…cada um cada um, né? Se ele gosta, quem sou eu para julgar?! Só sei que eu não conseguiria encarar esse fetiche não. Parabéns a dona do blog por postar algo polêmico e íntimo, (porque falar de cocô, é íntimo demaaaaais ahahah) ter feito essas perguntas, que particularmente eu também faria por ser como ela: curiosa!
    Abraços!

    • Léo Scat

      Obrigado Carolina. Ao menos vc foi uma pessoa ponderada, não radical, mente aberta e não me considerou nenhum doente mental como alguns aqui colocaram. Repito: trabalho, me divirto com amigos, bebo cerveja no bar, sou extremamente normal. Apenas tenho um fetiche, coisa que jamais fará de mim um doente mental. Obrigado pela compreensão.

  • Bosco Silva

    Olá Léo, tente ver a causa de seu fetiche por uma ótica menos Freudiana, afinal ele também tinha seus preconceitos; convido-o a analisá-lo pela visão da obra do Marquês de Sade, como oriundo do prazer da transgressão, um elemento que permeia o sexo e que é estímulo para muitos casais, inclusive aqueles que se consideram “normais”; e que muitas vezes seu poder é subestimado; para tanto convido-o a ler um artigo meu sobre o tema “Qual Sua Perversão?” (http://infernodesade.blogspot.com.br/2013/01/qual-sua-perversao.html), incluso no meu blog sobre fetiches (http://infernodesade.blogspot.com.br) que é uma análise sobre o sadismo, o masoquismo e a coprofilia (sexo com fezes humana), por meio da obra de Sade.

    • Léo Scat

      Obrigado, Bosco. Vou ler sim. E comentarei aqui depois.

    • Léo Scat

      Amigo, acabei de ler seu artigo. Não sei se o texto é seu mesmo, mas está simplesmente brilhante. Talvez isso explique o modo inato como gosto de scat e reforça a intimidade máxima, como se pudéssemos absorver o outro ser para dentro da gente. Lindo, maravilhoso, espetacular seu texto! De um primor de pesquisa e estudos extraordinário. Acho que nunca li coisa tão bem explicada e tão sensata sobre sexo e seus fetiches na vida. Agradeço demais e vou compartilhá-lo em meu blog, depois de publicar esta entrevista, coisa que ainda não fiz. Um grande abraço.

      • Bosco Silva

        Primeiro obrigado pelo elogio ao meu texto, e respondendo a sua pergunta, sim, o texto foi escrito por mim; ele é fruto, assim como meu interesse sobre todas as formas de fetiche, do meu interesse pela obra de Sade, que originou também meu livro Sexo, Perversões e Assassinatos, em que analiso o crescente de sadismo, que muitas vezes parte do sexo convencional, envereda pelas “perversões” e chega ao assassinato, escrito por meio de uma história policial.

        Peço permissão também para publicar sua entrevista no meu blog, claro, com os devidos créditos ao “Pergunte a Uma Mulher”.

        No mais, fica a reflexão: É engraçado como certas particularidades sexuais das pessoas, que não fazem mal a outros, causem mais indignação, repulsa e comentários, pondo até a sanidade do praticante em dúvida, do que as atividades políticas nocivas de muitos políticos, que muitas vezes passam despercebida, sendo até absorvidas por nossa cultura. Um abraço.

        • Léo Scat

          Excelente reflexão, Bosco. Quanto á reprodução da entrevista, por mim tudo bem. Fale também com a Luiza Costa que é a publicadora aqui do site e dê sim os créditos. Site o site e diga para quem quiser ler mais sobre o assunto acessar aqui. Aí fica tudo certinho. Mas sua reflexão, mais uma vez, foi brilhante. Coisas que incomodam enquanto a corrupção endêmica deveria incomodar muito mais! Triste! Um abraço.

    • junior

      Ai meu Deus, “…uma ótica menos Freudiana…. Só pq o cara citou alguma coisa do psicanalista!
      Cada um querendo ponderar mais que o outro num assunto que não tem a menor propriedade.

  • Anderson

    Oi Léo,

    Achei sua entrevista super legal porque eu vivo uma situaçao inversa a sua já que namoro uma garota que gosta de fezes. O fetiche dela é ser penetrada analmente e depois fazer oral no pinto sujo de cocô . Confesso que no inicio achei isso uma loucura total e estava decidido a terminar tudo, mas percebí que gostava dela e acabei aceitando seu fetiche. Adorei saber que sua mulher aceitou na boa quando você lhe contou de suas preferencias pois eu me sentia um pouco diferente por ter ficado com a minha namorada depois que ela começou a fazer isso comigo. Confesso também que fiquei confuzo quando percebí que eu gostava e ficava com a maior tesao quando ela começava a limpar meu pinto com a boquinha. Ler sua entrevista me deixou bem mais a vontade na minha relaçao e fez com que eu passe a curtir minha namorada ainda mais.

    Grande abraço.

    • Léo Scat

      Se vc a ama, qq coisa fica pequena diante de amor verdadeiro. Vc está ao lado de um tesouro. Sejam felizes! Um abraço.

  • Jonas Nunes

    Olá Luiza, bom dia, Todos os pensamentos, formas de como fazer, gosto e principalmente a “necessidade”, sim chamo isso de necessidade, necessidade essa que tenho em lamber, cheirar e ter uma certa adoração por cocô de mulher, não foi só excelente ver essa publicação como fique muiiiito feliz e satisfeito em saber que existe alguém que pensa, age, e faz como eu, li e reli centenas de vezes essa matéria, e faço minhas respostas as respostas dadas pelo Léo…. É muito bom e prazeroso o cheiro de um cocô de uma mulher, mulheres que aceitam essa prática e concordam PRA MIM ESSAS MULHERES MERECEM SER IDOLATRADAS, DIGNAS DE ETERNO CARINHOS E MAIS DO QUE TUDO ISSO MUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUIIITO AMOR! Valeu por essa digna Matéria.

  • Kaka

    Bom, não é uma coisa que me atraia. Ainda mais porque adoro beijar na boca e me parece nojento.
    Apesar disso, já aconteceu de meu parceiro fazer um oral, descer até o único olho (rsrs), lamber, subir e depois vir me beijar. Mesmo sendo após o banho achei nojento e excitante porque enquanto estava lá, lambendo, me excitou muito. As preliminares foram ótimas, o sexo então todo então….Top!
    Fazer coco na cara dos outros, bom, daí nem pensar! Mas isso é do meu eu… é como se o parceiro pedisse um “fio-terra”, não faria porque acho nojento ficar enfiando o dedo no c* dos outros. HAHAHA
    Só achei engraçado como tem gente fechada, gente cheia de mimimis.
    Você não ler pq é “fresco(a)”, ok, tem gente que tem ansia mesmo.
    Mas agora você ler e ficar criticando, aí é o fim.
    Chamando o cara de louco e dizendo que precisa de tratamento? Incrível como a sociedade tem o cérebro pequeno e adora criticar o diferente, o mais “fraco” (pelo fato de serem poucos os praticantes).
    Quem sabe se a tv começar a mostrar “olha, é normal” como estão fazendo a respeito dos homossexuais (porque é algo que não da pra mudar, tenho um homossexual em casa), aí a coisa mude.
    Tem tantas mais tantas coisas mais diferente e estranhas que isso, coisas que eu não consigo imaginar.
    Isso, Scat, no meu ponto de vista é tão estranho quanto imaginar meus pais transando (rsrs) ou meu amigo com outro parceiro na cama se matando de prazer.
    Quanto aos homossexuais, não entendo, mas se é o que te faz feliz, pra que se preocupar com mimimis de gente que parece ser feliz só nas fotos do face, né?

    Tem tbm gente que foi criada cheias de “certos e errados”. Aí tudo bem. Meus pais são assim. Mas eu também fui criada assim, no mesmo estilo dos meus pais.
    Não podia falar sobre sexo, uma sociedade onde mulheres não devem ver pornô e posição de sexo é só “papai mamãe”. Nem por isso sou cheia de tabus com os fetiches dos outros.

    Tem coisas que topo, ouras não.
    E é assim com todos, né não?!

    .

    • Léo Scat

      Kaka, que moça esclarecida vc! Fico muito feliz com sua posição. E acrescento algo. Em uma novela das oito da Globo, que não me lembro o nome, havia um personagem chamado Gerson, interpretado pelo ator Marcello Antony. Ele tinha um fetiche que era o suspense da novela e seria revelado no final. A Globo teve medo de expor que era a escatologia. A explicação do psicólogo Flávio Gikovate foi branda demais por causa destes tabus. Mas as entrelinhas deixaram muito claro que o fetiche do Gerson era a escatologia. Ele gostava de cheiros que ninguém gostava. Só não deram o nome claramente por medo de repúdio e repulsa dos telespectadores. Ou seja, a Globo esteve perto de mostrar o scat para a sociedade, mas recuou diante do medo da reação das pessoas. Ainda assim, foi um passo. Sua explanação está perfeita. Você é uma mulher desprovida de preconceitos. Foi o que disse: gostar ou não de qualquer fetiche, faz parte. O que não faz parte são as críticas descabidas, os preconceitos contra a pessoa que pratica e as acusações de doenças mentais. Doente mental é quem tem problema geneticamente comprovado, quem tem retardo mental, autismo, etc e precisa de um tratamento com medicação, cuidado e muito amor e carinho. Eu sou extremamente normal. Parabéns pela sua postura. Um grande abraço.

      • Letícia

        O que as pessoas fazem de melhor nessa vida é julgar, se saiu do que elas consideram correto, prepare-se pois uma enxurrada de críticas, julgamentos e preconceitos está por vir! Tenho uma relação sólida com meu namorado há 10 anos, nosso sexo sempre foi excelente, mas a uns dias trás resolvi dizer a ele um fetiche que descobri que tenho assistindo pornô (sim eu assisto pornô), o ato de ver uma pessoa fazendo xixi na outra me excita, disse a ele que tenho vontade de tentar, e ele mais do que depressa concordou e adorou a idéia! Acho que muita gente se excita com essas coisas consideradas “nojentas”, mas elas reprimem esse desejo por um bloqueio mental que foi imposto a elas desdo dia do nascimento, se vc não tem a menor vontade, ok, mas se vc tem e mesmo assim considera algo bizarro, só lamento por vc que vai morrer sem ter feito tudo que teve vontade!!

        • Léo Scat

          Excelente observação, Letícia!

  • julio cezar

    Cara tu é doente…recomendaria a você um bom tratamento psicológico

  • Léo Scat

    Aos que dizem que sou doente, convido a exercerem um pouco mais o papel da cidadania e entenderem a diversidade. Gostar ou não deste fetiche, faz parte. Ninguém é obrigado a gostar de nada na vida. Mas, assim como você, leitor, tem a opção de não gostar de scat, eu tenho a opção de gostar. E isso não faz de mim um cidadão doente nem criminoso. Pelo contrário: trabalho, pago minhas contas e vivo uma vida absolutamente tranquila.

  • curioso

    Interessante

  • Marcos Henrique

    Na questão sexual, quanto mais íntimo e possivelmente “mais nojento” é mais excitante. O sexo oral é o exemplo mais explícito. Acredito que a maioria dos seres humanos adoram o sexo oral. E sexo oral tem que ser molhado para ser excitante. Um homem praticar sexo oral numa mulher que permaneça seca é extremamente ruim e antiexcitante. Mas lambuzada de lubrificantes naturais, cá entre nós, é super nojento, mas delicioso. O mesmo no caso contrário, onde a mulher recebe o esperma do parceiro, saboreia e engole. O próprio beijo na boca é nojento, pois há trocas de salivas, e pasmem, é muito sujo em questão sanitária, já que na boca há sempre restos de alimentos em deterioração, para não dizer putrefação. Já cheiraram a saburra lingual? É aquela sujeira que sempre tem nas papilas da língua. Cheira fezes. Então beijar na boca é doentio. Então eu sou doente. Alguém já trocou comida mastigada da boca da namorada (o)? É nojento não? O que é socialmente aceito não significa que é a coisa mais limpa ou vice versa. Todos morrem de nojo e acha repugnante os coreanos comerem carne de cachorro. Para nós é imundo. Mas metade do mundo (judeus e muçulmanos) não comem carne de porco por questão religiosa e sanitária mesmo. Eles são proibidos de comerem carne de animal imundo. Para nós nada é mais saboroso do que um pernil assado ou um lombo assado ou uma feijoada com rabo e orelha. Mas cachorro, mesmo sem banho, não fede como nós humanos com um dia sem banho. Já os porcos fedem de todas as maneiras, tanto que se não castrados, sua carne fede urina. O caminhão de porcos fede há um kilômetro de distância, mesmo vazio. Mas só de pensar numa costelinha ao molho barbecue já dá água na boca. Assim o socialmente aceito é aquilo que é imposta pela sociedade. O homossexualismo na antiga Grécia, não só era aceito como era algo imposto pela sociedade. O bom cidadão honesto e digno grego tinha que ter o seu parceiro jovem masculino para sexo. Caso contrário era marginalizado. Imagine um Sócrates, um Aristóteles que gostassem só de mulheres. Não seriam lembrados como grandes filósofos hoje. Isso tudo é para tentarmos compreender a psique humana e a força que tem a imposição social e religiosa sobre a população e principalmente nas práticas sociais. Um homem galinha que “come” muitas mulheres, é casado e pula a cerca, é tido como um garanhão e é invejado pelos demais homens. Um exemplo a ser seguido. Uma mulher na mesma situação é uma vadia, vagabunda, puta, imprestável sujeita inclusive ao apedrejamento.
    Pois bem, a pratica do Scat como fetiche sexual é só mais uma das práticas que existem. É nojento. Sim. Mas talvez tão nojento quanto o beijo na boca, que quer queira ou não, estão cheias de bactérias e materiais tão fedidos quanto a merda. Você já cheirou o seu fio dental depois de utilizá-lo?

    • Léo Scat

      Excelente reflexão, Marcos. É a isso que me refiro com a entrevista. É preciso abrir a mente, entender as situações sociais e até religiosas e não julgar as pessoas. Ninguém é obrigado a gostar de nada, mas julgar os outros por uma prática sexual (desde que não haja crimes) é preconceito.

    • Visitante

      Sensacional esta entrevista com Léo Scat. Não sou praticante de nada disso, mas adoro observar qualquer tipo de comportamento de nós, seres humanos, cada um de nós uma mistura química diferente da outra. Gostei dos comentários, cada qual se revelando na sua diferença, criticando ou elogiando, repudiando ou aprovando em padrões sociais, etc. Se eu pudesse dizer, diria que a única coisa comportamental que não aceito é a arrogância, o sádico que sente prazer em humilhar ou prejudicar o semelhante. Fora isso, tudo é espetáculo e tem o meu respeito. A belíssima pintura do mistério da existência. Sou apenas um curioso que caiu neste site por acaso mas, admito, foi um belo achado. Belíssimas reflexões!

      • Léo Scat

        Obrigado, amigo! Seja sempre bem-vindo. Agradeço suas palavras e sua visão (compreensão) de mundo. Saber respeitar a opinião e o gosto alheios, hoje em dia, é digno de aplausos. Embora isso devesse ser um dos princípios básicos da convivência humana, mas muitos não toleram a opinião alheia. Disse TOLERAR e não concordar. Obrigado mesmo. Quando leio esse tipo de comentário, ainda tenho esperanças de que os seres humanos possam ser mais compreensíveis e viver em harmonia num mundo hoje tão turbulento.

  • Alex

    Isso é uma questão complicada, eu sou homem, tenho 21 anos e tenho o mesmo fetiche que o dele, muito difícil mesmo conviver com isso. Imagina chegar na namorada ou esposa, “amor eu queria ver você defecando”, elas ficariam embasbacadas.

    Já li muitos relatos na internet, sobre homem perdendo esposa (quando o homem gosta e a mulher não) esposa perdendo o marido (quando a mulher gosta e o homem não) por causa desse fetiche, ou então a própria esposa gosta da ideia e acaba levando amigas para casa (relato americano onde a esposa do cara, chamou 5 amigas para fazer tipo uma festa de pijama), para “defecar” em cima do marido.

    A maior parte das mulheres que gostam disso aqui no Brasil se encontram no Sul e Sudeste.

    Agora a explicação do porque nós homens gostarmos disso: Talvez seja porque não acreditamos que como um ser tão belo e delicado como a mulher, possa produzir algo tão podre. É mais ou menos essa a ideia e por isso ficamos muito excitado.

    As mulheres que costumam aderir ao fetiche, geralmente é porque gostam de se sentir superiores ao marido e aí acabam entrando na brincadeira (o mais comum), realmente só vi pouquíssimas mulheres que gostam de se lambuzar mesmo ( essas geralmente são bissexuais), fora dos filmes eróticos.

    Curiosamente tive uma namorada que gostava de ser espancada, mas de levar surra forte mesmo, na hora do sexo, mas era só mencionar algo sobre scat com ela, que ela brigava comigo e me chama de louco.

    • Léo Scat

      É, Alex… essa vida é mesmo muito complicada. Como amante do fetiche, você sabe o que sofro para encontrar uma parceira bacana que goste mesmo da prática. É uma situação bem difícil, mas não desisto, pois é o que eu gosto.

  • Baby Lemonade

    Desculpa aí o preconceito,mas….ECAAAAAA!

    • Léo Scat

      Isso não é preconceito, Baby… vc tem todo o direito de não gostar e achar nojento. Preconceito é se vc passar a julgar quem curta, como chamar de louco, débil mental, etc. O preconceito é contra o praticante e não contra a prática, pois gosto não se discute. Cada um gosta de uma coisa. O que não é certo é tratar mal quem gosta.

      • Baby Lemonade

        Concordo,Leo.Achei esse negócio de cocô muito seboso e nauseante,mas jamais lhe trataria mal por isso,consigo conviver bem com os diferentes 🙂

  • Hat

    Sou um pervertido nato descobrir o blog hoje e adorei mais essa entrevista, mim fez ver quer que talvez não estou preparado para certas coisas.

  • Kinkas
    • Paulo Roberto

      EU RI ALTÍSSIMO kkkkkkkkkkkkkkk clássico da EuroDance que se encaixa perfeitamente… kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Cézar Moura

    Ser amigo desse cara deve ser muito engraçado. Só piada com bosta o dia inteiro.

  • Eumesma

    O entrevistado mencionou que um grande motivo pelo qual ele gosta deste fetiche é o fato de ser algo muito íntimo da mulher. Quando ele relatou também, que já aconteceu de uma mulher sair do banheiro e ele em seguida entrar e catar o papel higiênico acabado de ser usado (sem o consentimento da dona do cocô), isso não caracteriza uma invasão de privacidade, ou tipo novo um assédio???!!! 😀

  • Aline

    Hoje um amigo me contou que gosta de scat e por isso fui procurar, e cheguei a este artigo.
    A princípio, fiquei um pouco desnorteada. Depois, me lembrei de um filme sobre o Marquês de Sade que vi há muito tempo.

    Meu amigo quer que eu forneça cocô a ele, num potinho. Disse que me paga, se eu quiser.

    Engraçado, eu tenho uma relação boa com meu cocô. Não tenho nojo do meu cheiro. Sempre olho antes de dar descarga. Meu peido também. Mas é só o meu. Dos outros, tenho nojo.

    Sou casada. O engraçado é que meu marido tem muito nojo de cocô em qualquer outra situação. Menos pra lamber meu c* durante o sexo.

    Eu não sei se vou conseguir fornecer pro meu amigo. Cagar nele, nem pensar. Mas fornecer num potinho? Ele me diz “o que custa, você joga fora mesmo”. Por um lado, sim, eu jogaria fora de qualquer jeito. Estou ainda muito atordoada com o pedido, rs.

    • Léo Scat

      Oi Aline! Já me ofereci também para comprar o cocô de alguma mulher, mas nenhuma aceitou minha oferta. O interessante de vc ter um amigo que goste de scat é poder ver que esse é um fetiche como qualquer outro e que qualquer pessoa pode tê-lo. Você gostar ou não, é uma opção sua. Ninguém é obrigado a gostar de uma coisa só porque um amigo gosta. O importante é que a sociedade aprenda a não julgar quem goste. É simplesmente repeitar a opinião e os gostos alheios, sem que ninguém precise ser chamado de doente mental, louco, etc. Sua reflexão sobre o pedido do seu amigo é importante e, se vc, por um instante refletiu positivamente sobre isso, só tenho a parabenizá-la. Qualquer dúvida, pode me mandar e-mail ou add no skype: [email protected]. Um abraço.

  • Josias Pereira Bueno

    No começo da matéria está escrito “Pessoas que forem ler, preparem o estômago”. Mas eu corrijo: pessoas que forem ler, preparem um dia só pra isso.

  • Xulapa 42

    COMA MERDA DE CAVALO, VACA OU DO TEU CACHORRO PRA VER SE É SABOROSA APROVEITA LIMPA O CU DELES COM TUA BOCA CARA RSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS, VAI SER PORCO ASSIM NA CASA DO CARALHO, PORRA COITADA DA TUA MULHER BEIJANDO UMA BOCA DE ESGOTO AH PROPOSITO TU TEM BOTÃO DE DESCARGA NOS CORNOS???? RSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

  • Nino

    A maioria das pessoas são incapazes de pensar ou agir diferente da massa. Eu acredito que isso seja medo de ser excluído ou rotulado pela sociedade. Mas isso é uma pena, imagina o tanto de potencial que se perde com isso, não é? As pessoas deveriam ser e se sentir mais livres.

    Apoio o Léo e acredito que ele é feliz com a escolha dele. Parabéns!

    Quanto aos criticadores de plantão, antes de massacrar e ridicularizar uma pessoa, lembrem-se de uma situação em que aconteceu o mesmo com vcs. Foi legal? Foi construtivo? Te fez se sentir bem?

    • Léo Scat

      Muito obrigado Nino! Por suas palavras e por sua lucidez!

  • Alguro HellBlacksmith

    nao tem como aceitar ou respeitar isso. isso e doentio !!! e uma doença psicologica e deve ser tratada como qualquer mal. nao sei quem e mais doente , se e a esposa dele que aceita isso correndo risco de saude ou se ele ele mesmo.essa reportagem foi literalmente uma “bosta completa” .Ridiculo com R maiusculo. tomem vergonha na cara devoces……

  • ricardo

    Olá Léo, sempre tive curiosidade sobre o assunto, derrepente olhando uma materia sobre a Playboy onde diz deixar de mostrar a nudez tendo em vista … e o two gilrs end one cup fui procurar o video, em fim aqui estou.
    Não gost de Scat, mas respeito quem faz, afinal cada um cada um.
    Foi muito bacana a entrevista mas ficou uma pergunta, onde vocês Scaters realizam seus encontros e após a pratica como desodorisam o ambiente, pois se for num Motel o cheiro e as roupas de cama ficam sujas.
    Como você fazem na pós proatica?
    Agradeço e parabéns pela entrevista.

  • Marcelo Alves

    Cada um com sua loucura, se vc gosta Leo pratique independente da opinião dos outros

  • Victor Holtz

    Não consegui ler nem o começo. Esse cara come merda. kkkkk

  • Ana Belli Fioritti

    Léo Scat, pelo q li o prazer só vem pra vc, se vc estiver fazendo essas coisas, mas como fica no tradicional, sente prazer igual?

    • Léo Scat

      É possível transar normalmente, Ana. Porém, a excitação não é a mesma e nem o orgasmo. Sabe qdo vc transa meio q por obrigação e fica aquele sexo mais ou menos? Pra mim, a sensação é essa! Já o scat dá um mega orgasmo gostoso!

  • Viviane

    Bem pra mim tudo o que é feito por pessoas adultas e com consentimento de ambas,é problema delas.É esquisito, estranho,mas a boca e dele e ele faz o que quiser com ela.O que nunca vou achar normal,é Pedofilia e Zoo filia ,onde o adulto submete um ser inocente a praticar coisas que não merece e não deve fazer.

  • Alex

    Que maximo, a coisa mais dificl é encontrar mulheres que curtam ou topariam realizar a fantasia de um jovem como eu, adoraria receber scat de uma mulher, queria ter uma namorada assim, que fizsse sempre em mim, irei me satisfazer. Se alguma mulher ai gostar da ideia entre em contato comigo, respeito sempre. Me enviar email:

  • esse cara

    nojento, depravado devia ir pro inferno igual a os necrófilos e pedofilos.

  • Val

    Sinto muito prazer em fazer cocô duro, não pratico SCAT, fui pesquisando sobre o tema e cabei chegando aqui. Respeito sua escolha, seu fetiche, o povo é muito bom pra julgar, cheio de tabus, de falso moralismo, não sabem respeitar as diferenças, como eu digo “Cada um no seu quadrado cuida do seu redondo”, em resumo, são boçais mesmo. Agora uma curiosidade: e se homens também te procurarem pra realizar a prática, vc toparia??
    Abç.

    • Léo Scat

      Oi Val! Analiso caso a caso… mto longo para explicar aqui. Se tiver interesse, me add no skype [email protected] que te explico em detalhes.

  • Claudio Leoni

    literalmente, uma papo de merda.

  • guilherme

    Esse tipo de assunto geram discussões infinitas, mas entendam isso nada mais é que uma parafilia, são desejos, fetiches, e quem determina normal e anormal? O que me espanta é os riscos a saúde, o contato com as fezes, bactérias e afins, mas se existem métodos seguros, sem riscos e com o consentimento de ambas as partes… Deixa o povo que curte scat ser feliz, cada um com suas esquisitices ~0~

    • Mas existe praticar Scat com um método 100% seguro e sem riscos?
      Se sim, como?
      Pq mesmo com remédios, camisinha, cocô é cocô o.O