O dia em que eu virei mulher e ela o homem

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O dia que virei mulher e ela o homem

Já fui mulher da minha mulher…

Tive mais primas que primos e uma irmã.

Quando ia visitar minhas tias, era um show de calcinhas e sutiã no banheiro, lavadas ou não.

Não sei porque elas chamavam a atenção, lembrava das priminhas imaginando de quem poderia ser, qual corpo acariciou, guardou, protegeu e me excitava muito, vestia, cheirava, o mistério fazia a mente viajar em seus corpos lindos, novos, em desenvolvimento, doces priminhas…

Antes de continuar, quero deixar claro que fui casado 3 vezes, tenho um casal de filhos.

Sempre me relacionei com mulheres, mas quando ainda pequeno, era normal a brincadeira entre amigos fazendo troca-troca.

Vivia fuçando na gaveta de lingerie da minha irmã, pegava, vestia, as marcava assim como os absorventes, deixando um pouco de mim.

Não me chame de perverso, tá??

Mas sim um sempre tesão duplo, dos dois lados, se eu fosse mulher seria uma doida, putona, amante de surubas.

Tive raros encontros com travestis onde fui “ela” para eles ou apenas “ela” quando estava muito fêmea pra fazer tudo, preferi apenas um lado por duas vezes.

Quando casado, primeira e segunda, apenas me divertia escondido com suas peças.

Mas com a terceira…

Já existia a Internet, estorinhas, fotos, relatos que eu me deliciava, alguns até sinceros, pois conheci alguns pelo MSN com a webcam ativa, era na real…

Pessoas que, a princípio, se mostravam normais, relaxados em casa, esposa já dormindo (madrugadas) onde revelavam o outro lado, o desejo escondido, a vontade presa na garganta tirando o pijama e revelando a roupa debaixo. Estavam de lingerie, por vezes até de corpete com enchimentos nos seios ou somente de calcinha para inspirar o momento, já que poderia ser flagrado pela esposa ou outra pessoa da casa.

Uma vez durante o rala e rola com a esposa pedi para ela me tocar. Deu confusão, mais de uma semana de cara virada, senti ter terminado o casamento de 6 anos naquele momento, eu estava com o tesão em alta lembrando do tanto que já tinha lido e conversado pelo MSN nas madrugadas.

Tentei explicar este segundo tesão, não era ouvido, mas sim sendo chamado de viado, bicha enrustida. Tentem imaginar a barra.

Mas propositalmente comecei deixar telas abertas com relatos para ela ler quando eu ia tomar banho, dormir, deixando o computador pra ela se divertir.

Se passaram mais uma semana já nem tão tensamente e aos poucos voltou a conversar. Ainda bem, já tinha o fim previsto, foi um grande choque pra ela.

E veio a grande surpresa, a mulher então careta, fechada na vida normal, me surpreendeu.

Logo após um banho que ela me pediu para ficar no banheiro mais um pouco, já que eu normalmente saia nu indo para o quarto me vestir.

Deparo com ela sentada na cama com suas roupas íntimas sobre ela, calcinha, sutiã, blusa, saia, meias, liga, brincos de pressão, sandália de salto alto, maquiagem, enfim, tudo dela para sair.

Já com voz autoritária me pediu para vestir, usar tudo aquilo que não entendia nada mas a obedeci.

Ela estava vestida com meu terno, chapéu, bigode pintado, meu sapato e com um estranho volume entre as pernas, era mulher e aquilo destoava em sua silhueta mesmo dentro da calça do terno um pouco folgada, tinha algo a mais lá.

O que tanto mudou??

Por que aquilo tudo?

Apenas obedeci, fiz, já era madrugada, em torno de uma da manhã.

Eu como ela e ela como eu, papéis invertidos, virei a esposa e ela o marido.

Arriscamos sair daquela maneira pra rua, indo pra praça em frente de casa e depois saindo de carro rodando na cidade, tomando cervejas compradas em loja de conveniência. Ela fez sua parte como homem indo comprar, descendo da camionete que estava dirigindo sem se importar com o que poderiam pensar, apenas foi, descia e comprava como eu fazia nas nossas saídas normais.

Imagino a surpresa da atendente atendendo uma mulher de terno, gravata e bigode pintado…

Ela assumiu totalmente a situação inclusive dirigindo a camionete, minha esposa virou homem e eu sua mulher, calada e submissa a tudo…

Após algumas latas de cerveja, ela dirigiu até um motel me tratando como a tratava…

Novamente eu não estava entendendo nada, apenas deixei acontecer…

Fez comigo o que eu fazia com ela, e na hora de tirarmos a roupa veio a grande surpresa, ela estava vestida com um “generoso” brinquedinho comprado em sexshop, até então preso na perna por uma liga.

O resto não preciso falar, já imaginam e foi bem isso que aconteceu. Ela quase me vira do avesso e eu literalmente “trepando” nas paredes de tanto tesão.

Quando “desinvertemos”, foi tudo com tesão triplicado, ambos completos, desejos realizados.

A volta pra casa foi normal, as roupas destrocadas, me vestiu com o que vestiu antes e se vestiu com o que eu estava vestido.

Ela se transformou, fez comigo coisas que nunca outra fez, aprendeu muito lendo relatos.

Isso não altera em nada a masculinidade, ao contrário, deixa a mente livre, fluir sem preconceitos, apenas desfrutando do melhor que nosso corpo e libido podem oferecer, triplicando o tesão, parecendo que havíamos tomado o melhor dos afrodisíacos.

Fomos em algumas boates GLS, brincaram com ela com o que até então ela bania, nunca gostou de mulher, mas sentindo uma mãozinha macia e dedos finos dedilhando seu corpo e boca suave em sua boca ela novamente me surpreendeu.

Ela segurava em minha mão, quando de repente a levou para um dotado que ela estava sugando, quis compartilhar comigo o gigante que ficou marcado em nossas vidas, que ela sempre dizia “como era grande”, palavra que se fez muito presente em nossas transas.

Comigo não foi diferente: Peguei, chupei, deixei pincelar, só não rolou por falta de lubrificante e o dark-room lotado e apertado, o que não deixou colar com ela também, mas sentiu várias pinceladas desconhecidas pelos seus três orifícios e muitas gozadas na roupa que ficou perfumada e chegou a usar várias vezes em casa daquela maneira, com cheiro de gozos, demorou para ser lavada, não queríamos perder aquela lembrança quase única, a mais forte que acrescentamos nossos gozos.

Já íamos preparados para pegações, toques. Ela com roupas folgadas, sem nada por baixo ou vestido e eu com calça larga, sem cueca, ambos prontos para total diversão no dark-room.

Chegou a sugerir uma brincadeira a três desde que fosse com um e não uma terceira pessoa, não aceitaria me ver com outra mulher na sua frente, pois gostou quando ambos fomos pegos por uma única pessoa ao mesmo tempo e que quase rolou uma a três no dark-room.

Isso rolou por mais alguns anos até ela entrar em parafuso destruindo tudo que foi comprado em sexshops e o final do casamento, 11 anos.

Tem entrelinhas que não irei dizer para não prolongar ainda mais esta mensagem, coisas que aconteceram nas boates GLS que foi muito bom, divertido e que apimentava nossa cama quando lembrávamos, apenas uma palavra muito dita entre nós: “como era grande”…

Ela gostava da brincadeira, sentia ainda mais forte seu cheiro de cio aflorando pela pele do que nas transas normais, mais antigas. Foi a primeira mulher que senti isso, o cheiro maravilhoso na pele, explosão de hormônios.

Enfim, foi bom enquanto durou, tínhamos nossa gaveta especial com roupas especiais.

Tudo é valido entre quatro paredes ou além, e o tesão durante ou após a inversão é triplicado, indescritível.

Infelizmente, não sei porque ela encanou e destruiu tudo, casamento balançando por forças de terceiros, éramos quase um casal perfeito.

Depois da separação de 8 anos, continuamos com amizade colorida, cada um fazendo o que quisesse fora mas com um pacto de contarmos o que fizemos em detalhe e principalmente na cama. Isso nos excitava muito, até que arrumou um namorado firme que nos levou a adaptar a amizade deixando a cama de fora.

Hoje está casada, feliz e ainda mantemos contato e por vezes relembrando nossos bons momentos.

Isso foi apenas com ela, depois tive outras duas namoradas que até gostaram de comentar a situação, mas não tiveram estrutura psicológica pra seguir em frente ficando apenas no começo, preliminares e desistindo depois, indo e terminando apenas no normal.

Então a coisa é complicada, o gostinho e maciez da lingerie excita, tem um gostinho a mais, se travestir, inverter papéis é tudo de bom.

Houveram outras situações e fatos, talvez desnecessários e apimentado demais para falar, mas creio ter deixado claro e a mente fluindo, imaginando o tanto que aconteceu.

Também existem entrelinhas em aberto, coisas não faladas, mas deixem a mente fluir…

Enfim, recomendo brincar de CD (crossdresser) e inversão de papéis, mas com muita cautela, cuidado, conversar muito antes de partir para esta deliciosa brincadeira. Isso mexe demais com o psicológico das pessoas que acham, como a minha esposa achou, que eu estava mudando de lado, que poderia gostar muito e deixá-la, trocar por um homem, ter momentos de prazer com apenas um lado, virar gay.

Colaborador anônimo: Veneno Suave.

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About Author

Luiza Costa

Brasiliense morando em Curitiba. Escritora, blogueira, youtuber. Espero te encontrar todos os dias nas redes sociais pra que possamos debater os mais variados temas e crescermos juntos.