Minha namorada tinha o costume de masturbar estranhos na balada e não consigo me esquecer disso

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Leitor: Faz 4 meses que estou namorando com uma menina 7 anos mais nova, eu tenho 27 e ela 20. Ela é muito inteligente, combinamos em tudo, o que me incomoda é apenas o fato do que ela fazia antes de me conhecer.

Conheci ela em uma festa onde, após estarmos nos pegando por uns 10 minutos, ela começou a falar putaria (“eu tô toda molhadinha, louca para dar pra você hoje”), me levou para um canto isolado da festa, me pediu para masturbar ela, abriu minha calça e me masturbou também (tirou o pênis para fora no meio da festa, primeira vez que fiz isso).

Agora, namorando, ela me contou que tem esse costume desde os 18 anos e que toda festa (sem exceção), ela leva alguém para um canto, recebe siririca e toca punheta para o desconhecido. A maioria das vezes nem sabia o nome antes de fazer o ato. Como fiquei muito curioso, perguntei mais sobre o passado, descobri que em várias vezes (mais de 10) gozaram na mão dela, e ela limpou na camisa do cara e foi lavar no banheiro da festa. Algumas festas fez isso com mais de um cara. Sempre ia nas festas de saia ou vestido, justamente para facilitar a masturbação nela.

Gosto muito dela, mas esse “costume” dela me atormenta a ponto de pensar nisso o dia inteiro, imaginar as situações e etc. Transei com muitas mulheres, mas mesmo com 7 anos a mais, nunca fiz sacanagem em público (a primeira vez foi com ela). Confio 100% nela e sei que ela não me trairia hoje.

Minha namorada tinha o costume de masturbar estranhos na balada e não consigo me esquecer disso

Sempre penso em gravar um vídeo sobre “o passado da minha mulher me atormenta“, e quando gravar, espero que você veja. Porém, sinceramente? Não acredito que o mais importante no seu caso seja isso, mas sim que ela tem um fetiche que aparenta ser muito maior do que ela. Digo isso porque, cá pra nós, não é “normal” uma pessoa fazer algo desde os 18 anos de idade e não ter deixado de fazer por uma festa que seja…

Além do mais, como você tem 100% de certeza que ela não te trairia hoje? Não quero colocar lenha na fogueira, mas acho importante conversar com a patroa sobre essa dicotomia do te amar VS ter um fetiche extremamente forte. Será que ela conseguiria ficar contigo pra sempre e nunca mais sentir vontade de fazer coisas que, como você mesmo disse, ela passou grande parte da vida fazendo? Ou você acredita ser a pessoa que faltava pra cobrir esse vazio que ela “compensava” na putaria e pegação eterna? Torço para que você seja suficiente, porém, não custa levantar um papo muito sério (tem que ser ao vivo!) e ver o que os olhos, as palavras e as reações dela te dizem. Daí, basta ser atento e sincero consigo mesmo que você concluirá o que precisa.

Independente do que ela te responder, entenda que o passado nunca poderá ser apagado. Nisso entra o conselho óbvio que, diga-se de passagem, só você não quer enxergar:

1- Ou você termina com ela “pra se esquecer/se livrar dessa história”.

2- Ou então continua com ela e se conforma que passado é que nem cicatriz: não some nunca e sempre que você olhar, vai lembrar do que aconteceu.

Nada irá mudar a quantidade de pintos que passaram por ela, aprenda e viva em paz com isso. Sem contar que se você mesmo disse que confia 100% nela, então não sei por que está com tanto medo de fantasmas (exs), se são os vivos (os futuros boys caso ela te traísse) que te fariam mal. Entenda que ela só te deve satisfações a partir do momento em que assumiu um compromisso contigo e que, mais do que isso, você é responsável por suas escolhas e não adianta ficar reclamando depois. Muito menos ficar fazendo da vida de vocês um inferno por você simplesmente não conseguir superar o que, querendo ou não, você está aceitando ao continuar com ela.

Ou caga ou sai da moita“, já diria a grande sabedoria dos antigos.

Um beijo!

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About Author

Luiza Costa

Brasiliense morando em Curitiba. Escritora, blogueira, youtuber. Espero te encontrar todos os dias nas redes sociais pra que possamos debater os mais variados temas e crescermos juntos.