Relato do meu caso com a mulher de um militar

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Relato do meu caso com a mulher de um militar

Bem, tenho 34 anos, solteiro. Nunca me casei ou tive um relacionamento que eu possa chamar de ”sério”, pelo menos de minha parte, mas o que eu quero relatar é sobre algo que ocorreu em minha vida durante oito meses no ano de 2015.

No mês de abril, eu estava no terminal de ônibus e tinha uma mulher de costas, vestida com roupas de academia, uma visão divina, corpo perfeito, estilo MILF (mulher madura, porém, muito bonita e sensual).

O ônibus parou, tinha poucas pessoas além de nós dois no ponto. Ela se sentou em um banco com dois assentos. Mesmo estando o ônibus vazio, perguntei se podia me sentar do lado dela e ela disse que sim! Como sou tímido e o percurso do terminal até minha casa é curto, tive que ser o mais direto possível. Elogiei-a, dizendo que ela era linda. Ela retribuiu com um sorriso. Eu perguntei seu nome, ela me disse e então perguntei se ela estaria interessada em novas amizades. Ela me pediu o meu aparelho telefônico emprestado, digitou seu número e pediu para que eu ligasse às 15:00.

Era a minha parada, antes de me levantar, repeti novamente que ela era linda e a beijei no rosto, próximo dos lábios, enquanto passava as mãos em suas coxas (ela diz que nunca se esquecerá disso).

Resolvi ligar, todo feliz e com uma puta ereção! Era uma quarta-feira, me lembro até hoje e ela me falou sobre sua família: duas filhas, uma de 21 anos, noiva e uma adolescente de 15. Perguntei se era casada e ela disse que estava em fase de separação.

Ficamos sem nos falar até sábado, quando pela manhã ela me liga falando que queria me dar uns beijos. Combinamos tudo de uma maneira bem clandestina, em um ponto próximo à casa dela. Nesse momento, tive convicção de que ela era casada e de que gostava do perigo, mesmo assim fui.

Fomos para uma rua deserta, onde quase não se passava carros. Encostei-a no muro, tinha câmeras no local e ela olhava e ria. Falei em seu ouvido enquanto apertava sua cintura fortemente:

– E se seu marido for daqueles malucos armados que saem por aí dando tiros? 

Cinicamente ela respondeu:

– Que marido?

Continuamos ali por uns bons quarenta minutos. Marcamos um encontro, só que dessa vez pro “vamos ver”.

Ela queria me pegar pela manhã, em seu carro, próximo de minha casa. Discordei… Combinamos de nos encontrarmos no mesmo terminal de ônibus, no ponto de táxi do lado de fora. A maluca fez a própria filha dar carona pra ela, dizendo ela que a desculpa é que ela iria acompanhar uma amiga em uma entrevista de emprego. Encurtando uma história que se arrastaria demais, ficamos esta primeira vez. Foi incrível. Superou minhas expectativas.

Três dias depois,estávamos lá de novo! Ela arrumou um emprego só para tê-lo como álibi das escapulidas, até que comecei a escutar barulhos de estática em nossas conversas telefônicas, que eram diárias, na hora do almoço e às 15:00, quando saía para trabalhar.

Comentei com ela, ela não falou nada. Até que um dia eu estava no trabalho e recebi uma mensagem contendo as mesmas informações de uma que eu tinha recebido dela alguns dias antes. Aquilo quase me matou de medo. Esperei que ela me  ligasse. Por coincidência, não precisou nem eu preguntar, ela admitiu que o marido é militar (alta patente) e que era perigoso para nós. Preferia assim terminar.

Terminamos… Por duas semanas.

Ficamos juntos até dezembro, quando ela me fez a pergunta:

– Se eu me desquitasse hoje, você ficaria comigo?

Minha resposta foi: “NÃO”. Sabem por quê? Simples! Se ela traiu o marido, mentiu pra mim e gosta de perigo, o fim de quem estiver ao seu lado ou é chifre ou é caixão!

O pior é que já tem um pobre incauto com ela. Será que sabe do perigo que corre? Digam-me a opinião de vocês, nobríssimos!

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