Eu me prostituiria? Recebi uma proposta!

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Uma pergunta que muito, mas MUITO homem faz:

“Se sexo é bom e tem muita mulher que dá pra geral – e de graça – por que então ela não começa a cobrar e ainda tira uma graninha extra?”.

Respondi e, pra variar, quero a opinião pessoal de vocês também!

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Luiza Costa

Brasiliense morando em Curitiba. Escritora, blogueira, youtuber. Espero te encontrar todos os dias nas redes sociais pra que possamos debater os mais variados temas e crescermos juntos.

  • mariana cobra

    Eeeeeee Lú, gastei meu 3g só pra ver seu vídeo, valeu a pena e morri de rir!
    Elogios a parte, particularmente tenho uma opinião bem retrógrada/ortodoxa a respeito do tema e estou aberta a opiniões contrárias (desde que respeitem a minha).
    Vivemos num país machista, patriarcal e com um abismo entre os direitos dos homens e os direitos das mulheres, principalmente, relacionado à liberdade sexual e a disposição do próprio corpo.
    Partindo desse pressuposto, EU como mulher, brasileira e inserida nesse contexto social entendo o pensamento corrente da desvalorização da biscate.
    A prostituta assume um papel fácil de se definir e entender, mas a biscate é uma incógnita.
    Tenho gente da família que fez o que quis, com quem quis, as loucuras mais diversas e hoje, depois de não ter mais quem as queria, agarrou o primeiro otário e pagam de santas donas de casa de respeito.
    Contudo, se elas fossem homens, não estaríamos aqui discutindo isso.
    Agora, por que não cobrar? Realmente não sei, por que dão sem critério, sendo que muitas prostitutas escolhem pra quem dar.
    Eu não conseguiria ser prostituta, pq sou muito nojentinha e meu psicológico ficaria bugado. Também não conseguiria ser biscate, preciso de uma conexão maior com o outro, sou muito romântica pra dar sem ver a quem.
    :/

    • “Eeeeeee Lú, gastei meu 3g só pra ver seu vídeo, valeu a pena e morri de rir!”
      Achei esse elogio chique! kkkkkkkkkkkkkkk Obrigada Mari s2 s2

      mulher, mas será q tem muita gp que escolhe ? Pq acho que se o cara for muito grandes coisas, não pagaria GP, a nao ser q seja casado! Mas mesmo assim, e os q agendam via cel? Como ela vai saber se quer ou nao? Ai o cara chega la e ela fala “olha amigo, c é feio/fedido/chato ou qualquer coisa, quero mais não, pode voltar pra casa” kkkk já pensou? kkk oq a gp que conheço uma vez falou é que a primeira vez nem sempre da pra escolher, mas as vezes dá pra escolher da segunda. Só que a exigencia dela não é mt como a nossa, é mais se o cara é educado e limpinho, rs. Ela não exige sentir tesão por ele, por ex! Exige mais não ser mal tratada, etc

      quem teoricamente poderia escolher são as q trabalham na rua, porém, como geralmente não estão em boas condições para escolher, acabam não escolhendo tbm (existe exceção , claro)

      • mariana cobra

        A GP que trabalha em zona pode escolher sim! Ela pode dizer não e esperar o next…a que atende por fone já não tem jeito. Contudo, as biscas tbm não andam escolhendo muito…no máximo é se o boy é motorizado, de resto basta ter um penes kkkkkkkk

        • mas as q trabalham por tel geralmente são as mais caras e top! Atendem no ap delas, etc

          mas as d zona faz mt sentido poderem escolher mesmo! kkkkkk

          penes kkkkkkkkkkkkkkkkk

          • Filho Da Dilma

            as de zona não tem essa livre arbítrio de escolha não Lu.
            pra elas recusarem um cara, tem q ficar comprovado que o cara a desrespeitou, aí, dependendo do local, os caras tiram ele da casa, por bem ou por mal kkkkkkkkkkkkkkkkkk

          • mas essa foi a Ma q disse, só disse q faz sentido kkk

            mas será q nao depende da zona? Eu já fui em uma quando era mais nova, só pra bizoiá kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          • Filho Da Dilma

            aí, num sei, já me meti em cada cafoa aqui no RJ as sextas a noite após sair do serviço. mas sempre frequentei as casas de relax medianas e até algumas mais top e vi isso, imagina naqueles inferninhos então, deve ser muito pior o público e tratamento das mulheres.
            kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          • Marcel

            “Eu já fui em uma quando era mais nova, só pra bizoiá kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk”

            Uma vez eu conheci uma garota que queria que eu levasse ela na zona só para olhar, queria conhecer também um hospício. rsrs

          • kkkkkkkkkkkkkkkkkk quase toda garota já quis conhecer uma zona, só q nem todas admitem
            existem exceções como tudo na vida, claro

          • mariana cobra

            As duas zonas que fui elas tinham livre arbítrio…eram lugares bons, sei que existem milhares de pocilgas onde as mulheres são exploradas pelos proprietários. Contudo, relatei o que vi….não posso falar por todas as zonas kkkkkkkkkkkkkk

        • Filho Da Dilma

          “A GP que trabalha em zona pode escolher sim!”
          KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
          essa pode escolher nada, não é assim que a banda toca não boneca.

          uma vez no puteiro, vi um cara falar pro cara que ficava de frente tomando conta dos negócios, que uma PERVA não tratou ele direito quando ele foi lá chamar ela pra conversar, o cara dos negócios fez a mulher ir lá e tratar o cliente direitinho e ela acabou que subindo pro quartinho com o cara.
          Uma outra vez, eu tava no puteiro tbm, kkkkkkkkkkk
          um amigo meu que estava comigo nesse dia, reclamar com a cafetina que a mulher não lhe deu o devido tratamento, ela disse que era uma puta sem frescuras, prometeu a ele sexo anal e coisa e tal só pra ele escolher ela, ele foi lá e escolheu e quando chegou no quarto ela ficou de frescura, me colega desceu na hora e foi na cafetina, que no caso não obrigou a mulher a dar o rabo, mas pra não devolver o dinheiro do meu colega, deixou ele escolher outra menina e ficou lá escovando a garota no esporro.

          • mariana cobra

            Parei de ler quando você me tratou por MOLECA. Cara, nunca lhe desrespeitei, portanto, menos aí antes que eu mande você, literalmente, se foder numa zona!

          • Filho Da Dilma

            “Parei de ler quando você me tratou por MOLECA”
            kkkkkkkkkkkkkkkkkkk, não lhe destratei em tom pejorativo,
            se vc observar, sempre chamo as mulheres carinhosamente de moleca nos meus comentários.

          • Débora Brito

            mas acho que ela fala das moças da rua mesmo… das esquinas que as vezes estão por conta!

          • Filho Da Dilma

            ishi,
            essa de ruas nem sei,
            com elas acontece coisas macabra,
            eu nunca quis nem chegar perto delas,
            um monte delas ainda por cima são ladras, vira e mexe vejo confusão delas com clientes nos noticiários.

          • Débora Brito

            eu também já ouvi relatos de “casinhas”, mas esses seja de rua ou não sempre tem… é uma via de mão dupla, a profissional do sexo corre o risco e o cliente também… já ouvi casos de moças que foram para um programa e nunca mais voltaram… Com os casos de prostitutas que eu conheço dava um livro hahaa…

        • Débora Brito

          Lá no Ceará elas tem uma associação de prostitutas… tudo cadastradinha, bonitinho…

    • Denilson Padalecki

      HAHAHA .. Sou assim tbm, ficaria numa neura com dst’s, pensando q tô ajudando à destruir o casamento de alguém, tem aqueles caras q não são adeptos da higiene, enfim, gastaria o dobro do q eu ganharia vendendo o meu corpo, só em psicólogo e exames.

  • Débora Brito

    Eu não estou fazendo nem de graça com tanta ameaça e doença por aí… imagine se pagassem, ai eu teria que me submeter a vaaarias coisas e ainda ouvir o cara dizer “eu to pagando…” aff…

    • verdade, ainda tem gente q acha q só pq ta pagando, tem o direito d ser fdp e tratar as pessoas mal. Coisas da “involução” humana kkk

      • Débora Brito

        por isso mesmo, leio tantos relatos de prostitutas e prostitutos que comem o pão que o diabo amassou nas mãos dos clientes que Deus me livre… antes ser amante do que prostituta, mas ainda prefiro nenhuma das duas

    • Denilson Padalecki

      Vcs viram aquele fisiculturista do Rio q infectou com HIV várias mulheres, e de propósito ?
      Ele tinha vídeos com mais de 50 mulheres diferentes, imagina pra uma prostituta dessas q não podem escolher muito, como q a cabeça não deve ficar ?

      • Débora Brito

        pois é… é disso que eu to falando… a gente não está segura nem com parceiro fixo, imagine com vários em um dia… Não.. obrigada, está bom do jeito que está… passa a vez…

  • Eros Himeneu

    Luiza como sempre muito engraçada rsrs . . . Luiza, vou ser sincero contigo, eu pagaria até mais que 3 mil pra ti rsrsrs, e to pensando em ir para Curitiba ver o UFC viu, to na área kkkkkkkk . . . to brincando meu amor, ou não rsrs, enfim, aqui na minha cidade, algumas moças que sempre foram danadas começaram a cobrar, e são moças de família e bem bonitas. Conheço 2 loiras aqui, jovens, lindas, gostosas, e que sempre deram de graça para qualquer um, e agora que a idade veio chegando elas gostam de receber R$ ou presentes. Eu particularmente não vejo nada demais nisso, mas como sou casado fico receoso de ofertar kkkkkk. Luiza, aproveitando a deixa, e se caso o homem que lhe ofertasse fosse um cara bonito, bacana, que você possui uma amizade virtual e talz, e que você sentisse vontade, você aceitaria rsrsrs?

    • Uai quer dizer q vc casado come d graça, mas pra pagar vc fica receoso? Nao entendi kkkk ou sua esposa tem acesso ao cartão? kkkk

      “Luiza, aproveitando a deixa, e se caso o homem que lhe ofertasse fosse um cara bonito, bacana, que você possui uma amizade virtual e talz, e que você sentisse vontade, você aceitaria rsrsrs?”

      tu é uma figura kkkkkkkkkkkkkkkkkk Se fosse solteira, SE o cara fosse bonito, SE eu tivesse esse fetiche, SE o dinheiro não fosse fazer falta pra ele, e se eu tivesse inclusive uma paixãozinha pelo cara (não curto mt sexo por sexo, sou meio romantica nesse área), TALVEZ kkkk

      e ah, ele teria q sentir algo por mim tbm

      ou seja, não rolaria nunca kkkkkkkkkk

      • Eros Himeneu

        “Uai quer dizer q vc casado come d graça, mas pra pagar vc fica receoso? Nao entendi kkkk ou sua esposa tem acesso ao cartão?”

        Luiza, é que as moças são próximas, famílias conhecidas, conhecem a minha esposa, uma inclusive trabalha ao lado da minha empresa. As minhas besteiras eu só fiz longe de casa, como recomendo aos errantes do site rsrs

        E eu já sabia a sua resposta sua linda, está no brilho dos seus olhos que você é um amor de pessoa, com um coração enorme, e outra que você é bem sucedida. De você eu vou querer um autógrafo quando você lançar outro livro viu, ai eu vou lá perto de você e num vou me apresentar não kkkkkkkkkk

        Ah e sexo tem que ter paixãozinha né, sexo por sexo é coisa de adolescente ou para homem quando está muito taradão e vai na zona kkkkkkkk

        • ah vai dizer quem é vc sim! Prometo que não espalho kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          acho uma coisa muito incrível: a galera do Youtube, da fanpage, do instagram, do twitter 90% mostra a cara e foda-se, aqui no site q tem isso kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          se bem q vc eu entendo, pq como foi meio adultero, fode se mostrar a cara, mas eu nao vou contar pra ninguem kkk

          vc é d SP? Se tudo der certo, mas não garanto, queria lançar meu proximo livro no RJ, SP, Brasilia, Curitiba e talvez uma cidade do Nordeste, mas como meu sonho tá muito alto, nao sei se conseguiria em todasss essas cidades, mas ficaria feliz pra caramba com todo mundo q fosse. Na Bienal de SP eu até chorei lá kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk quem foi sabe sou meio emo com essas coisas, sempre me apeguei a companhias legais d Internet antes d ter um site, quem dirá depois kkkkkkkkk

          • Meio EMO?

            Pessoa mais Black Death LOUCA, vem falar que é emo !? KKKKKKKKKKKK

          • porra isso é preconceito! kkkkkkkkkkkkkkk Quer dizer q não posso ser emo pq curtia uns metal brabo? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          • Curtir um metal brabo eu também curtia. Agora ser baterista de pedaleira dupla ? Jamais será emo.

            É mais macho que muito homem, quem dirá os EMOS do Pátio Brasil !

          • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk mas eu digo emo no sentido d sentimental, nao q d musica emo po kkkkkkkkkk

          • Não não e não ! HAHAHAHAHAHAHAHA

            Nadaaaa de emo !

          • Me senti a cavala agora kkkk
            Pergunta pra minha mãe, pergunta pergunta kkk sou mó sensivel , apesar d sentar a voadora fácil quando me estressam kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          • Sensível igual coice de cavalo né ?

          • porra, eu t tratava mal?

            mas vc não sei se conta, se vc falar mais, vamos revelar nosso segredo passado kkkkk

          • De forma nenhuma, muito pelo contrário. Sempre foi muito gentil e meiga comigo. Mas jamais vou perder a oportunidade da piada.

            Lógico que eu conto, como não contaria? Sou um anjo, e anjo não contam segredos. Qual segredo mesmo ? KKKKKKKKK

          • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk então pq c nao acredita q me emociono fácil? kkkk

          • Mas quem disse que eu não acredito meu anjo ? Eu acredito sim, e falando bem a verdade, você tem cara de ser manteiga derretida.

            Mas como disse, não vou perder a piada. HAHAHAHA !!! Agora nosso segredo eu nem lembro mais. Sou tão bom pra guardar segredo quanto alguém que tem Alzheimer !!!

          • Desse jeito vai virar meu confidente kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk pq gente q guarda segredo hj em dia tá o ó kkkkkk

          • Hahahahahaha. Pronto, vamos lá , pode abrir seu coração. kkkkkkkkkk

          • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        • Marcel

          “E eu já sabia a sua resposta sua linda, está no brilho dos seus olhos que você é um amor de pessoa, com um coração enorme, e outra que você é bem sucedida.”

          Olha o xaveco de malandro, parece que tá desistindo mas na verdade tá tentando. Conheço esses caras, não sei como tem mulher que acredita nesses papinhos. kkk

      • Marcel

        “tu é uma figura kkkkkkkkkkkkkkkkkk Se fosse solteira, SE o cara fosse bonito, SE eu tivesse esse fetiche, SE o dinheiro não fosse fazer falta pra ele, e se eu tivesse inclusive uma paixãozinha pelo cara (não curto mt sexo por sexo, sou meio romantica nesse área), TALVEZ kkkk”

        Nossa, com tantas condicionais(só faltou falar que tinha que ser roludo rs) ainda iria querer cobrar? Cobrar do cara que vc tem uma paxãozinha? rs

        • acho q vc não entendeu a ironia amigo

          • DUUUUUUUUUUUUR !!! Desenha pra ele ! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk oslokee

          • É cada um que parece dois. Diga a verdade, são doses diárias de comédia né ?

          • Marcel

            Um dia serei inteligente ao ponto de entender todas ironias.

            Dica: foi uma ironia.

            O bom da ironia é que vc pode falar alguma besteira e depois dizer que foi ironia.

    • mariana cobra

      hahahhahaa se fodeo

  • Stan Lewis

    Se a mulher receber uma proposta desse tipo e quiser aceitar, vá em frente, só não vale ficar de ‘chororô’ depois rsrs

  • John ‘

    Todo homem faria sexo com uma estranha se ninguém soubesse e toda mulher faria com um estranho se ninguém soubesse. Quando eu digo ninguém saber é a garantia mesmo de que ninguém saberá.

    • Eu me preocupo mais com oq eu vou saber e com a minha consciência, ainda mais sendo neurótica como eu sou, do que com os outros, sinceramente kkkkkkk

      mas é normal a gente achar q só pq a gente faria, todo mundo faria, e que quem disser que não , tá mentindo kkkk Temos esse egocentrismo ao pensar q todo mundo pensa como a gente e que o mundo funciona como a gente ve rs

      • John ‘

        Vdd

  • Hadassa

    Não essa vida de prostituição feminina e masculina é muito triste objetificação e coisificação do ser humano. A degradação completa do ser humano vender seu corpo(sagrado) que é o templo do divino Espírito Santo em troca de dinheiro$$$$$? Não tem ouro e prata desse mundo viver um “estilo” de vida dessa natureza.
    Nós somos imagem semelhança de Deus ele ama humanidade por isso ele morreu na cruz por nossos pecados e transgressões não somos e tão pouco podemos ser “objetos” para sermos usados e abusados como um absorvente que se usa e joga fora temos alma e coração.
    Inevitável lembrar de uma santa da igreja a “Santa Maria Madalena” antes da sua conversão ao evangelho de Jesus Cristo ela era uma prostituta vivia está vida. Só que ela decidiu renunciar e se arrependeu profundamente dessa vida de pecado ela foi liberta ela tinha 7 demônios em sua vida(corpo) pela próprio mão do Senhor que a exorcizou ela logo em seguida se converteu e virou seguidora de Cristo tornou-se uma mulher santa e atuante teve privilégio de ser uma das mulheres a vê a crucificação do Nosso Cristo Rei estar junto ao pé da cruz com a Mãe de Jesus a Virgem Maria e o discípulo São joão.

  • Guilherme Mendes

    Vou comentar usando um exemplo que aconteceu com “um conhecido”. A ex-esposa do cara é completamente viciada em sexo. Ela transa com absolutamente qualquer pessoa que tenha um pênis, não importando beleza, idade ou qualquer outra coisa. No inicio eu achava que ela fazia isso por mau caráter, mas hoje acredito que possa ser uma doença mesmo. Depois do termino de 5 anos de casamento, traindo o cara quase diariamente, ela uniu o útil com o agradável e hoje se prostitui por ai. O mais interessante é que todo mundo apoiou a ideia (menos o corno é claro) pois se não tem cura, que pelo menos ganhe a vida com isso.

    • Débora Brito

      a Bruna Surfistinha contou que se prostituía por gosto pois nunca precisou do dinheiro…

      • Filho Da Dilma

        vc não sabe o quanto de mulheres, se prostituem por dinheiro e não por necessidade.
        tem muitas pessoas que vêem as garotas de programas como uma vida sofrida, pra algumas sim, mas hoje em dia, não tem mais essa de que só uma mulher vivendo numa necessidade de vida, ou seja, um sufoco financeiro onde não tem pra onde recorrer, buscaria essa opção de trabalho.

        vou te falar, em uma fase de minha vida no finalzinho da minha fase de juventude quando já entrava na fase adulta, frequentei muitos esses lugares com colegas quando eu saía do serviço com os amigos,
        conheci um mocado delas, assim do tipo de fazer amizade, sairmos pros barzinhos beber e trocar papo, algumas cheguei até a ir em festa de família delas, teve uma que vivi um caso, mas sem intenção de namorar sério com ela.
        vi em um mocado delas, uma vida de ostentação e não de necessidade, pior de tudo, é que boa parte não eram solteiras solteiras, ou eram casadas ou tinham namorado.
        eu falei pra uma, em uma ocasião que com uma aparência q nem a dela, ela conseguiria um trabalho em qualquer loja de vendas mole mole, ela não tinha nada, não tinha filhos, aí ela me respondeu que não compensaria trabalhar numa loja dessas se o que ela sofreria pra ganhar em um mês, ela poderia conseguir em uma semana.

        • Débora Brito

          Pois é… nem toda prostituta é assim por necessidade… eu peno assim, tem as bonequinhas de luxo, acompanhantes, moças que cobram R$5000,00 por um programa, eu já soube de uma aqui onde moro que é o valor, e os caras pagam… acho que na maior parte dos casos é mais por isso mesmo do que por necessidade (embora tenha dessas também) mas se fosse só por isso não tinha muitas que o cara tira da zona, cuida, casa com ela e ela volta pra lá… um amigo do papai aconteceu isso e não foi o único relato que eu soube desses casos…

          • anderson

            aqui no ES tem dessas tambem,são bbbbeeeeeemmmmm caras mesmo XD

          • Débora Brito

            teve até uma jornalista estrangeira que deixou o emprego para virar prostituta porque o rendimento era maior e ela fazia o que gostava!

  • Rogih

    Luiza, eu sou um cara um pouco hiperativo quando estou usando um computador, por isso fico procurando jeitos de fazer varias coisas ao mesmo tempo e mais rápido.

    Por exemplo eu tenho um software muito porreta que ele le os textos para mim e eu consigo acelerar a velocidade tem voz de homem e de mulher não é robótico eu uso ele para ler ou ouvir algumas coisas meio chatas.

    Seus vídeos por exemplos eu sempre baixo eles para ver no player do computador enquanto vou vendo e-mails, ou fazendo pesquisas é um olho no vídeo e o outro nas outras coisas, uma peculiaridade é que eu acelero um pouco a velocidade do vídeo, depois que eu termino de ver o vídeo eu deleto.

    De o seu melhor na escrita do segundo livro! Torço para que você possa conhecer leitores de vários estados, acho muito bacana o espaço que criou para a troca de experiências, palpites e conselhos, é ótimo saber que frequento um site de comportamento humano, relacionamentos e para mim auto-desenvolvimento porque eu aprendo muito.

    Acho chato quando o pessoal fica conjecturando se os causos das pessoas são fakes se não são, se você inventou, por mais que esteja explicado, não importa porque de qualquer modo serve ao propósito, e o povo que fica reclamando dos publis, deveria depositar uma grana na sua conta ou pedir para você um modo de apoiar o blog financeiramente tipo patreon, ou doações em vez de ficar só sugando e esquecendo que o blog tem custo, por mais que seja gratuito para quem Le, mas para quem faz e produz tem custo…

    Sobre o lance da prostituição acredito que muita gente se prostitui por muito menos, como em troca de favores, de conseguir coisas, ou evitar que coisas aconteçam, só não recebem o rotulo pela questão financeira, mas de algum modo é análogo, mas na sociedade só é mal visto quem faz ficha rosa, roda bolsinha ou ” presta esse tipo de atendimento”.

    Acho que cada um faz o que quiser com o corpo e com a vida, tem algumas pessoas que acham que por em algum momento estar com um pouco de dinheiro ou em uma posição social isso permite que elas comprem as atenções de outras pessoas, mas é um teatrinho só, um faz de conta, uma ilusão, me pergunto se depois que tudo isso passa essas pessoas não sentem um vazio dentro? e para não sentir isso, continuam buscando meios para conseguirem o que querem, nem que para isso tenham que assediar, e chantagear com dinheiro.

  • Mario Neis

    vou citar Charles Bukowski aqui pra entendermos o pq desse medo que a
    sociedade como um todo tem de apetrechos que libertem a pessoa do poder
    do sexo sobre a psiquê humana

    ” SEXO INFLADO

    sexo é interessante mas não é totalmente importante. quero dizer, não
    chega nem mesmo a ser tão importante (fisicamente) quanto a excreção. um
    homem pode chegar aos 70 anos sem uma buceta mas pode morrer numa
    semana sem um movimento dos intestinos.

    aqui nos Estados Unidos, especialmente, o sexo é inflado muito além da
    sua simples importância. uma mulher com um corpo sexy imediatamente o
    transforma numa arma para a ascensão MATERIAL. e não estou falando da
    puta de puteiro. estou falando da sua mãe e da sua irmã e da sua esposa e
    da sua filha. e o macho americano é o chupador (termo ruim, certo) que
    perpetua ao extremo a mistificação. mas o macho americano teve seu
    cérebro vencido pela educação formal e pelo progenitor americano
    previamente insensibilizado e pelo monstro Americano Anunciado muito
    antes dele ter completado doze anos de idade. ele está preparado e a
    fêmea está preparada para fazê-lo mendigar e levantar o $$$. é por isso
    que uma puta profissional com uma toalha debaixo das coxas é tão odiada
    pela lei e pela sua réplica balconista não menos puta nem menos
    profissional (praticamente o restante do sexo feminino; existem uma
    POUCAS mulheres boas, agradeço ao Senhor!). a puta abertamente
    profissional representa uma ameaça de colapso capaz de levar toda a
    sociedade americana de Desempenho e Dinamismo direto para o cemitério.
    ela desvaloriza a buceta.” Charles Bukowski (Notas de um Velho Safado; pág: 172)

    • anderson

      teoria interesante….

    • Mika

      Peço licença pra dar meu palpite, caro Mario Neis.
      Acredito que se Bukovski escrevesse esse texto hoje, ele certamente seria diferente.
      As putas existem desde que nos entendemos como seres humanos, e nem mesmo as quedas de Impérios, com suas guerras e convulsões políticas e sociais foram capazes de acabar com elas. Concordo com ele que são os homens que alimentam esse mercado. E são esses mesmos homens que se curvam diante de nossas mães e irmãs, aceitando pagar por bucetas, presumivelmente exclusivas, geralmente bem mais do que elas realmente valem.
      A coitada da puta profissional não tem poder de fogo pra ameaçar essa “sociedade americana de Desempenho e o Dinamismo” citada por Bukovski. Nem mesmo a união de todas as putas profissionais desse mundo globalizado consegue fazer frente a essa legião de réplicas de putas que “dão de graça” (com perdão do pleonasmo). Teria se tornado a oferta maior do que a demanda, fazendo o preço da mercadoria despencar no mercado?
      Quem desvaloriza a buceta são nossas próprias mães, irmãs, esposas e filhas, quando na condição de balconistas… rs

      Abraço!

  • Peraldiano

    Eu gosto de prostituta porque sai mais barato do que namorada. A gente transa, ela faz o que eu mando,eu pago e depois mando ela ir embora. E ela vai, benza deus!

    • Mika

      Se a questão é só o preço, uma boneca inflável sai mais em conta que a prostituta.
      No conforto da sua casa, sem risco de DST’s, sem má vontade, sem reclamar, usa quando e como quiser sem precisar negociar preço e condições, você não precisa fazer esforço pra agradar e nem precisa pagar a bebida. Excelente relação custo/benefício… rs

      • Peraldiano

        Mas a prostitua sabe dizer “eu te amo’, é só pagar que ela diz.

  • Lola Bunny

    Já recebi propostas também, mas o meu “problema” é que sim, a pepeca queria dar!

    Dar por dinheiro sempre sempre foi uma fantasia recorrente minha, desde novinha ficava imaginando o tanto de tesão que isso me daria, claro que sempre pensava na linha “tão gostosa e tesuda que merece ganhar dinheiro pra transar” e não no lado deprimente da coisa, rua, drogas, coisa e tal.

    A coisa começou a esquentar a quase cinco anos atrás. Depois de ter o típico namoro adolescente com o príncipe encantado e passar por um breve e divertido ano de solteirice entre o colegial e a faculdade, conheci o cara que hoje é o meu “namorido”.

    Com ele, a coisa mudou completamente de figura. Em pouco tempo, o sexo se tornou algo maior, mais estudado e franco, as vezes mais físico e rude, as vezes infinitamente mais lento, quase tântrico. As conversas sobre o assunto, claro, mudaram também, já não era mais um pecado inadmissível achar outra pessoa sexy e gostosa, experiências prévias não eram um segredo a se levar para o tumulo e fantasias se tornaram algo extremamente divertido de ser conversado.

    Com o tempo passei a notar um padrão no nosso namoro: Grande parte das nossas transas memoráveis nos primeiros meses vinham imediatamente depois de eu ganhar um presente, o que reacendeu minha fantasia.

    Isso levou a gente a uma de nossas primeiras brincadeiras eróticas: Começava com uma ideia de algo safado para se fazer no final de semana, um sexo no carro parado em um lugar escuro, por exemplo. Brincando, mas falando sério, negociávamos um preço pra isso, o que deixava os dois alucinados de tesão. As vezes, eu devolvia discretamente o dinheiro, outras, colocava de volta no bolso da calça dele, mas também acontecia de eu pegar mesmo, o que tornava as coisas mais quentes ainda.

    Dois anos depois, esse fogo todo já tinha virado um imenso incêndio, daqueles que consomem por completo qualquer tipo de juízo. Nossa imensa desinibição e franqueza tinha tomado conta de vez do nosso relacionamento e já tínhamos começado a viver aventuras, digamos, mais ousadas com outras pessoas.

    Claro que não viramos duas máquinas de fazer sexo a torto e direito com quem bem quiséssemos como se não houvesse amanhã. Ao contrário, tudo sempre aconteceu com relevantes intervalos e muito do tesão de tudo isso era justamente “convencer” o outro a fazer junto, ou também a ele me deixar aprontar um pouco.

    Nessa época, eu estava no terceiro ano da faculdade de arquitetura e trabalhava na construção de um bar. Num misto de falta de tempo da minha chefe e também pelo meu bom relacionamento com os clientes, acabei ficando como a responsável semi oficial pela decoração do espaço e passei um bom tempo resolvendo essas coisas com um dos sócios do bar.

    Esse era um cara que desde o primeiro momento percebi que tinha tesão em mim, de certa forma, isso era algo sutilmente declarado e não me incomodava nenhum pouco, já que era sempre recebida com a maior atenção do mundo, era levada a sério e facilitava em muito o meu trabalho. Não que ele fosse de se jogar fora, muito pelo contrário, mas não fazia muito o meu tipo no momento e a mulher dele (a outra sócia do bar) me parecia uma fera sem tamanho.

    No meio desse tesão sutil, acabei fazendo um amigo, o projeto foi muito bem executado e ninguém precisou se preocupar com nada, até o dia em que dei uma passadinha informal lá. Era um mês de março e o calor do verão custava a dar uma trégua, eu estava na casa de umas amigas tomando sol, quando o cara do bar me mandou fotos da decoração quase pronta e com algumas dúvidas, pedindo pra dar eu dar um pulo lá.

    Como o bar é perto da casa das minhas amigas, acabei colocando o shortinho jeans e uma blusinha por cima do biquíni e fui. Chegando lá, ainda me bateu um medo da esposa dele estar lá e me ver daquele jeito, mas com dois minutos de conversa, já fiquei sabendo que ela tava fora da cidade. Com o problema resolvido, o calor e toda a euforia de finalizar um projeto, não teve nem como resistir ao convite dele para tomarmos uma cervejinha ali mesmo, a primeira do novo negócio dele.

    Meu plano era simples, beber uma garrafinha, jogar 15 minutos de conversa fora e voltar para a casa da minha amiga, onde a fofoca estava bem boa e também, admito, me divertir com as tentativas dele de não secar muito as minhas coxas. Logo, uma garrafinha virou três ou quatro, o tempo já tinha mais de uma hora e minhas pernas eram muito bem apreciadas.

    O papo tava bom e acabou chegando em uma amiga minha que eu tinha indicado para trabalhar lá e que ele tinha entrevistado uns dias antes. A moça em questão não era lá uma santa, mas nada de muito fora da realidade universitária, mas alguém tinha dito a ele que ela era uma garota “da vida”.

    Talvez por não querer passar a impressão de interrogatório ou ofender a moça, ele fez todo um rodeio para perguntar se aquilo realmente era verdade. Culpa da cerveja, ri na hora! Achei engraçado tanto ele estar tão embaraçado com o assunto quanto o fato de que, pelo o que eu conhecia da minha amiga, meu currículo na época ser muito mais safado que o dela.

    No meio do riso, acabei explicando pra ele que ela até podia gostar da coisa, mas que daquilo para fazer programa existia um longo caminho. Ainda meio sem jeito ele tentou se justificar e também a tentar aliviar o julgamento da futura funcionária, ato continuo, o papo acabou a enveredar por ai.

    No meio da conversa, como que pra tentar tirar o peso excessivo do assunto, mas também por causa da cerveja já ter me deixado exageradamente sincera e “engraçadona”, soltei uma daquelas pérolas que vou lembrar pro resto da vida: “Viu, fulano, mas isso é fantasia de toda mulher, todas! Ser paga pra transar.”.

    Na hora só consegui ficar num misto de vergonha, surpresa com minhas próprias palavras e, confesso, também um pouquinho de tesão, já que o assunto sempre me excitou. Só lembro do sorriso safado dele e da minha resposta para uma pergunta que ele nunca precisou fazer: “Todas menos eu, que fique bem claro!”.

    Sutil como sempre, ele mordeu a isca que eu joguei sem querer e começamos a debater qual seriam alguns detalhes de minha vida como garota de programa se aquilo fosse realmente uma fantasia minha. Acabei entrando na brincadeira e entreguei na hora como eu conseguiria clientes, onde seria o sexo e até quanto eu cobraria.

    Claro que eu tava adorando o papo e a pepeca já estava mais do que lambuzada e até começava a piscar, mas não cogitei fazer ali com ele, na hora, na verdade não conseguia parar de pensar em como seria contar para o meu namorado que a garota dele tinha recebido uma proposta, velada, mas muito indecente.

    Aproveitei um momento em que meu amigo fez menção de pegar mais uma cerveja – quarta ou quinta, talvez – e tratei de anunciar minha repentina e decisiva partida. Ele me olhou como quem via uma oportunidade ir embora e me acompanhou até a porta do bar. Já lá fora, depois de um inocente beijo de tchau no rosto ele me perguntou daquilo, da fantasia de todas as mulheres, menos a minha.

    – Hum, o que?
    – Vamos fazer, agora!
    – Como assim?
    – Do jeito que vc acabou de falar que seria.

    De alguma forma, consegui segurar a periquita que ameaçava sair voando e disse que não, mas não consegui ser tão enfática quanto gostaria e soltei um “agora não é a hora”. O que fez ele ter mais trabalho ainda tentando acomodar o volume no meio das pernas em plena praça pública.

    Sai de lá e fui direto ligar para o meu namorado, mas como ele estava andando de bike no meio do nada, sem sinal. Acabei voltando para a casa das minhas amigas, já meio bêbada e com a pepeca mal cabendo no biquininho do dia, de tão excitada.

    Como eu havia previsto, o assunto transformou meu namoro, que já andava pegando fogo, em uma erupção de proporções bíblicas. O fato de alguém ter me proposto fazer um programa tornou o meu primeiro “cliente” um tarado do mais alto calibre e nas semanas seguintes, isso rendeu inúmeras situações extremamente gostosas.

    Um dia ele me deu exatamente o valor que eu tinha falado para o cara do bar que eu cobraria enquanto eu fazia um strip na sala do apartamento dele, nota por nota sendo colocada na elástico lateral da minha calcinha. Esse foi um dinheiro que eu fiz questão de não devolver e ainda gastei saindo sozinha com minhas amigas e comprando lingeries e biquínis, todos muito pequenos.

    Sempre deixando muito claro que a decisão de fazer ou não era apenas minha, ele escolheu a roupa que eu usei na inauguração do bar. Claro que apareci lá com o pessoal do escritório dentro de uma sainha pra lá de reveladora, o que me deixou meio com vergonha no começo e fez o meu ex futuro cliente literalmente sair do eixo.

    Uns três meses depois, o assunto já tinha dado o que tinha que dar, nossa vida sexual havia voltado para a normalidade e ele passaria uma semana fora da cidade, fazendo um treinamento profissional no exterior. Essa viagem foi o suficiente para reacender a safadeza na gente, afinal, seria um crime a garota aqui ficar longos 5 dias sem sexo!

    Como sempre, o período de negociação foi quase tão gostoso quanto a própria realização da fantasia, foram horas e horas de papos muito indecentes sobre se eu realmente mereceria aprontar um pouco enquanto ele viajava. Conversas safadas no whatts, no carro, em restaurantes, na balada e, principalmente, durante nossas transas.

    Quando a bendita semana chegou, já tínhamos combinado que sim, a garota iria aprontar, mas a “condição” para tanto era de que teria que ser com um amigo novo, sem repetir de outras vezes, afinal, naquela época existiam várias barreiras a eventual adoção de “namoradinhos” por minha parte.

    Meu alvo na época era um carinha que fazia academia sempre no mesmo horário que eu, um pouquinho mais novo, corpinho bem sarado, gato e sempre muito disposto a me ajudar, principalmente quando eu ia de macacões apertadinhos ou leggings estampadas.

    Nas últimas semanas a gente estava conversando mais e vez ou outra o assunto ficava ora quente, ora engraçado, como a vez que eu falei pra ele que eu nunca estava de calcinha quando usava alguns modelos de roupinhas fit – e ele acreditou.

    Justo na semana de liberdade da garota, o alvo novinho some, na segunda, cheguei e ele tava saindo, na terça, o papo não engrenou, na quarta a garota aqui foi disposta a liquidar a fatura, já que nos próximos dias a faculdade iria demandar muita atenção, Cheguei na academia dentro da mais indecente legging e nada, dei um oi no whatts, nada.

    Quando eu ia desistir e me conformar com passar a semana em branco, me deu um estalo: o ex futuro cliente! A ideia me acendeu completamente e nem tentei me enganar pensando que aquilo seria um ficada normal, se três meses antes não era a hora, agora era a hora perfeita para isso.

    Liguei pra ele e nada, outra vez e nada. Quando eu já tinha até começado a malhar e pensava seriamente na opção de burlar a “punição” e tentar um conhecido, heis que ele me retorna. Até perdemos algum tempinho com alguns “a quanto tempo” e “tá tudo bem?”, mas os dois sabiam que só poderia existir um motivo para eu ligar: a fantasia de toda mulher, menos a minha.

    Contei pra ele que aquela era a hora perfeita e as condições eram exatamente aquelas de quando conversamos no bar. Ele, entre o atônito e o muito excitado, ainda tentou marcar um outro horário, mas eu o convenci de que aquela era a hora certa e só ela. Eram 5:30 da tarde e ele abriria o bar as 7:30 da noite, entre transito e preparativos, exatamente uma hora de trabalho.

    Com tudo combinado, fui tomar uma ducha, nervosa, me achando uma doida, mas morrendo de tesão – a pepeca, tadinha, infinitamente molhada – , antes ainda dei uma passada na lojinha da acadêmia e comprei o mais indecente body que vi lá – pois raciocinei que ser puta sem vestir algo completamente fora do normal não faria o menor sentido.

    Combinei de encontrar ele no estacionamento de um parque aqui e enquanto estava lá esperando, perguntei onde ele estava. “To saindo do banco, vim sacar o dinheiro.” Ai que o tesão me tomou de vez mesmo: Eu ia fazer aquilo, sim, e mais, eu queria muito fazer aquilo!

    Chegamos ao motel e passamos pela entrada comigo já com a cabeça no colo dele, mostrando que empenho profissional era o meu lema! O sexo em si foi delicioso, não que ele fosse um expert no assunto, mas com o tesão que eu tava, até um aperto de mão seria orgástico.

    Durante a transa ainda lembrei do que o meu namorado sempre exigia quando eu aprontava, sexo pornô, sem beijo e sem muito contato físico, algo parecido com os filminhos que víamos as vezes transando na sala do ap dele. De alguma forma, ali foi extramente fácil fazer daquele jeito, não transei com o cliente, fodi com o cliente.

    Claro que logo depois do sexo acabar rolou um estranhamento e eu mesma me culpei um pouco logo depois, mas isso não durou muito. Fiz tendo certeza do que tava fazendo e, acima de tudo, fiz por que quis e gozei muito fazendo.

    Não contei pro meu namorado tudo o que tinha rolado, só que eu tinha aprontado com um amigo novo e tinha sido bem gostoso. Que tinha rolado um programa, ele só ficou sabendo quando chegou dos eua. Contei pra ele dançando do jeito mais safado do mundo, usando uma roupinha de profissional recém recebida de presente de viagem.

    O cliente ainda me deu um certo trabalho, primeiro querendo novos programas – algo que eu sempre deixei claro que não iriam acontecer -, logo depois a coisa até piorou um pouco e percebi que toda aquela safadeza tinha deixado ele completamente vidrado em mim, o que fez meu medo da mulher dele aumentar em muito. Mas com o tempo isso passou e recentemente eu até fui com as meninas no bar dele.

    Outra coisa que ele também não fez foi não me “indicar” pra outro cara, mas essa historia fica pra outro dia.

    Não acho que fazer programas é algo corriqueiro, uma fantasia ousada que toda mulher poderia tentar e hoje até me convenci de que tem menina que nunca teve essa fantasia, é algo claramente perigoso e pode mexer muito com a cabeça dos envolvidos.

    Comigo, graças a conjunção de n fatores favoráveis, rolou assim e, francamente, foi bem gostoso!

    • essa história é verdadeira?
      Se sim, qt vc cobrou do cara e pq só fez uma vez se gostou tanto? o.o

      • Lola Bunny

        Sim, aconteceu em 2013.

        Cobrei $500. Porque esse valor? Não faço a minima, simplesmente foi o primeiro coisa que veio na cabeça.

        O plano era realmente só fazer uma vez e com esse cara foi assim, primeira e única, depois fiz outras vezes com outros clientes.

        Fazer isso sempre foi mais uma fantasia pra mim do que qualquer outra coisa e como qualquer fetiche, a repetição acaba diminuindo o tesão, por isso foram poucas, mas gostosas e lucrativas, vezes.

        Além do mais, de falta de tesão e loucurinhas é algo do qual eu não vou morrer.

        hihi..

        • mas pq só uma vez com cada cliente era o plano, se pelo oq entendi, vc faria até d graça E ainda gostava da ideia da grana e tals? Isso q quis dizer kkk

          • Lola Bunny

            Então, quando eu fiz com esse cara do relato não existia um plano, uma coisa definida, foi uma coisa do momento. Não queria fazer disso um hobby, muito menos uma profissão, realizei uma fantasia e foi muito bom.

            Das outras vezes, fiz bem mais vezes com os outros clientes – e cobrei bem mais também -, mas, mesmo assim, foi mais a realização de fantasia do que qualquer outra coisa.

            Sim, faria de graça, claro, alias, meu histórico “de graça” vai muito além do profissional! O dinheiro era bacana, claro, mas, na verdade, nunca precisei disso, nunca um programa salvou meu fim de mês, por exemplo.

            Sempre foi mais pela fantasia, pelo tesão de realizar uma coisa muito safada, e esse coisa muito safada era ser paga para dar.

          • Interessante!
            É que no seu lugar com esse fetiche e já gostando d fazer a coisa com o cara, acho q teria feito mais vezes kkkk
            isso me colocando no seu contexto e tals
            No mais, vc não se considera uma GP atualmente?

          • Lola Bunny

            Então, fiquei com vontade mesmo, mas ele confundiu as coisas e ficou meio que encantado demais comigo – é, tava inspirada mesmo naquele dia -, fora isso, a esposa dele tem cara de mulher doida, sabe? Pulei fora.

            Até hoje, fiz programa com três caras. Com um deles deu sim pra curtir bem a fetiche, tanto que fizemos algumas várias vezes – sim, ele sabia muito bem o que tava fazendo.

          • Lola Bunny

            Não, hoje não me considero uma GP, afinal, a última vez que fui paga para fazer sexo foi em junho do ano passado.

            Uma coisa interessante do meu relacionamento safado com o meu namorido é que sempre fomos de épocas. Geralmente as coisas esquentavam muito lá por outubro e seguiam pegando fogo até o carnaval, tendo sempre como ponto alto nossas viagens de ano novo.

            Então eu nunca fiz programas por muito tempo continuo, eram alguns meses rolando e depois as coisas voltavam a normalidade.

      • Lola Bunny

        Ah, e eu sempre morri de medo da mulher desse cara, até hoje!