Autor: Marcelo Torres

Colaborador do Pergunte a uma Mulher. Brasileiro (portanto não desisto nunca, ou quase nunca), analista de sistemas. Moro em Belo Horizonte (uai), gosto de queijo (óbvio). Gosto da sensação de ter sido útil em alguma coisa. Sou uma pessoa normal (JURO!) e extremamente acessível. Sou metido a analista de comportamento, devido ao meu grau de observação neste sentido que é meio alto.

Leitora: Sou mulher, passei dos 30, virgem por opção e encontrei uma pessoa madura, que gosta de mim, me respeita e compreende minhas escolhas. Apesar disso (o que, em teoria, seria suficiente e faria dele um parceiro adequado), não sinto que ele compreende a dimensão da responsabilidade de ser o primeiro (e eventualmente único, se casarmos etc.). Não está sintonia comigo quanto ao papel de me fazer mulher (na acepção ampla do que isso significa). Já conheci quem tivesse noção da profundidade disso, mas não deu certo por motivos alheios (por isso acho viável). Gostaria de dialogar com ele e tentar…

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Há uma grande diferença do meu problema para o problema dos outros. O meu problema eu tenho a obrigação de resolver, e o problema dos outros eu tenho a obrigação de não tomá-los para mim. Em princípio isto pode parecer bem óbvio, mas a experiência mostra que nem todo mundo separa as coisas desta forma. Gosto de dar exemplos não só para fixar o que eu digo, mas também para mostrar que não estou inventando nada. Suponhamos que você está atrasado para chegar ao aeroporto. Chama um táxi e fala com o motorista: – Anda rápido porque estou atrasado! Traduzindo…

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